Tecnologias ambientais ganham espaço no país

Quinta edição do certame reuniu expositores nacionais e estrangeiros que expuseram diversos produtos e serviços (Foto: Vigas da Purificação)
Quinta edição do certame reuniu expositores nacionais e estrangeiros que expuseram diversos produtos e serviços (Foto: Vigas da Purificação)
Quinta edição do certame reuniu expositores nacionais e estrangeiros que expuseram diversos produtos e serviços
(Foto: Vigas da Purificação)

Numa promoção do Ministério do Ambiente, em parceria com a Feira Internacional de Luanda (FIL), a quinta edição da Feira Internacional de Tecnologias Ambientais obteve resultado positivo, depois da interacção entre visitantes e os mais de 80 expositores nacionais e estrangeiros, com destaque para as petrolíferas Total e Chevron, Sonangol, Banco Atlântico, Odebrecht, Elisal, Embaixada da Suécia e representações provinciais. A edição deste ano, inserida nas celebrações dos 40 anos de independência nacional, é para a ministra do Ambiente, Maria de Fátima Jardim, um sinal claro da preocupação que o Executuivo deposita às questões ambientais nas suas mais distintas áreas.

“O grande desafio da actualidade é saber qual será a melhor forma de adoptar as tecnologias ambientais, respeitando o actual contexto”, sublinhou. A governante, que falava na gala de premiação dos melhores expositores do certame, admitiu ser uma abordagem nova, mas que tem estado a evidenciar ganhos progressivos em Angola. “Apesar do que foi já feito, precisamos fazer mais para que possamos atender adequadamente aos desafios do presente e do futuro, com base no desenvolvimento sustentável”, admitiu Fátima Jardim, durante a gala de premiação em que a empresa petrolífera Total E&P Angola venceu o grande prémio “Ambiente Angola 2015”.

Com efeito, a ministra sublinhou que o crescimento económico, baseado em padrões tecnológicos intensivos no uso de matérias-primas, energia, principalmente hídricas, obriga a grandes necessidades de exploração e utiliza- ção de recursos, que desta forma podem perigar a existência dos recursos, seja pela exaustão, seja ou pela perda de qualidade. Entretanto, na gala de atribuição dos prémios aos melhores expositores da referida feira foram ainda premiadas a Embaixada da Suécia, como melhor participação internacional, a construtora Odebrecht, na categoria de melhor participação de exemplo de qualidade ambiental.

As empresas Resurb, King Light Energia e Chevron também foram galardoadas. A cerimónia de entrega de prémios foi presidida pela ministra do Ambiente, Fátima Jardim, e testemunhada pelos membros do Executivo. Já o presidente do Conselho de Administração da FIL, Matos Cardoso, reiterou que a instituição vai continuar a trabalha r no sentido de atrair empresários estrangeiros a investir nas tecnologias ambientais no país. Durante a referida gala, Matos Cardoso reafirmou o compromisso da FIL em contribuir na promoção das referidas tecnologias nos mais variados sectores da economia nacional, para uma melhor qualidade ambiental.

Contudo, para o supervisor da área ambiental da empresa petrolífera Chevron em Angola, Daniel João, o balanço do evento foi positivo visto que as experiências partilhadas entre vários expositores nas questões ligadas às tecnologias ambientais vão facilitar o processo de reciclagem de resíduos provenientes das operações das empresas. Quanto ao prémio, frisou que vai servir de incentivo para  continuar a avaliar e mitigar o impacto da acção humana na alteração do meio ambiente. Já a assessora de imprensa da Embaixada da Suécia, Emelie Sandberg Aparicio, país que participou pela primeira vez no certame, manifestou-se regozijada pela organização da feira por possibilitar mostrar o seu projecto ligado à problemática das alterações climáticas, bem como trocar conhecimentos nas diversas áreas do saber. (jornaldeeconomia.ao)

Por: Gaspar Micolo

 

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