Programa Nacional de Habitação prevê construção de mais de 200 mil casas até 2017

Ministro da administração do território, Bornito de Sousa, durante a 3ª Conferência Internacional do Imobiliário. (Foto: Henri Celso)
Ministro da administração do território, Bornito de Sousa, durante a 3ª Conferência Internacional do Imobiliário. (Foto: Henri Celso)
Ministro da administração do território, Bornito de Sousa, durante a 3ª Conferência Internacional do Imobiliário. (Foto: Henri Celso)

O Programa Nacional do Urbanismo e Habitação prevê colocar a disposição da população, até 2017, um total de cerca de 213 mil casas e 14 novas centralidades em todo país, para reduzir o enorme défice habitacional no país.

Os dados foram avançados segunda-feira, em Luanda, pelo ministro da Administração do Território, Bornito de Sousa, no acto de encerramento da 3ª Conferência Internacional do Imobiliário Imogestin – 17 anos.

Segundo o ministro, o planeamento, financiamento e a construção das centralidades constituem uma oportunidade viável para que as famílias, os jovens em particular, de acordo com as suas possibilidades, possam comprar casas e viverem nesses projectos de forma condigna.

Disse que os esforços do Estado no domínio habitacional contam com o concurso da iniciativa pública e privada, nomeadamente para o loteamento urbano e auto-construção dirigida, que exigem maior envolvimento e desenvolvimento da indústria de materiais de construção.

Referiu que com estes projectos habitacionais é possível melhorar significativamente as condições de habitabilidade, educação, assistência médica, cultura, ambiente e saneamento básico, bem como de desenvolvimento da economia local e atingir resultados que visem a melhoria dos padrões de vida.

Reconheceu, por outro lado, que a experiência obtida das centralidades do Kilamba, Sequele e da urbanização Nova Vida revela insuficiências que urge ultrapassar ou corrigir.

“A experiência mostra que mais complexo do que construir é muitas vezes manter a qualidade e as condições de habitabilidade aceitável das cidades e centralidades”, acrescentou o ministro.

Afirmou que os cidadãos moradores das centralidades ou cidades querem um serviço administrativo moderno, acessível, célere e próximo, bem gerida e com uma prestação de serviço adequada nas áreas da educação, saúde e assistência médica. (portalangop.co.ao)

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA