Presidente sul-africano defende maior envolvimento dos líderes africanos no combate ao terrorismo

SAFRICA-INAUGURATION (Foto: SIPHIWE SIBEKO)
SAFRICA-INAUGURATION (Foto: SIPHIWE SIBEKO)
SAFRICA-INAUGURATION (Foto: SIPHIWE SIBEKO)

O presidente sul-africano, Jacob Zuma, defendeu hoje, domingo, em Joanesburgo, África do Sul, união de todos os líderes e estados africanos com vista ao combate mais cerrado do terrorismo em África e no mundo, em geral.

O líder sul-africano fez o pronunciamento quando discursa na sessão de abertura na qualidade de anfitrião na 25ª Sessão Ordinária dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana, que hoje teve início na cidade de Joanesburgo.

Para Jacob Zuma, é importante que os líderes africanos juntem esforços no sentido de se fazer face a essa situação do terrorismo que nos últimos anos têm tirado a vida de muitos cidadãos em vários países de África.

O estadista sul-africano desejou aos líderes presente nesta Cimeira que termina segunda-feira votos de boa estadia e sucessos nas discussões das sessões.

Questões ligadas a paz, segurança, combate ao terrorismo, e a luta dos países africanos pela dignidade da mulher africana, a luta pelo combate à várias endemias como o HIV-SIDA, e o Ébola são alguns dos principais pontos que fazem parte da agenda de trabalho desta da 25a Sessão Ordinária .

O encontro vai ainda analisar o grau de decisão das cimeiras anteriores, a integração , livre circulação, a criação da zona de comércio livre no continente africano, o financiamento da organização, bem como a restruturação da União Africana com vista a conferi-la maior eficiência.

A União africana, que sucedeu a Organização da Unidade Africana, ajuda na promoção da democracia, direitos humanos e desenvolvimento económico no continente africano especialmente no aumento dos investimentos estrangeiros por meio do programa Nova Parceria para o Desenvolvimento da África.

Outro objectivo principal da UA continuará a ser a unidade e solidariedade entre os países e povos de África, defender a soberania, integridade territorial e independência dos seus Estados membros e acelerar a integração política e socioeconómica do continente, para realizar o sonho dos “pioneiros”, que em 1963 criaram a OUA. (portalangop.co.ao)

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