Parlamento cabo-verdiano debate regulação da Comunicação Social

Arminda Barros, indigitada para Presidente da Autoridade Reguladora da Comunicação Social (ARC) em Cabo Verde (DR)
Arminda Barros, indigitada para Presidente da Autoridade Reguladora da Comunicação Social (ARC) em Cabo Verde (DR)
Arminda Barros, indigitada para Presidente da Autoridade Reguladora da Comunicação Social (ARC) em Cabo Verde
(DR)

Arrancou esta segunda-feira a sessão plenária da Assembleia Nacional cabo-verdiana com destaque para a eleição do Presidente da Autoridade Reguladora para a Comunicação Social (ARC). Na sexta-feira, a jornalista Arminda Barros foi indigitada para o cargo e deverá ser eleita esta semana.

A jornalista Arminda Barros, com trinta anos de experiência de jornalismo, deverá ser eleita presidente da ARC esta semana no Parlamento.

Escolhida pelo PAICV e pelo MPD para presidir a entidade, Arminda Barros já foi ouvida pela Comissão Especializada de Assuntos Jurídicos, Direitos Humanos e Comunicação Social na Assembleia Nacional. Durante essa audição, prometeu que a ARC vai trabalhar em equipa, para o bem da democracia cabo-verdiana e da consolidação da comunicação social.

Arminda Barros considerou ainda que a instituição deve pautar-se por criar uma cultura de regulação dos meios de comunicação social em Cabo Verde e que a entidade reguladora não é para substituir os tribunais.

A escolha de uma jornalista para dirigir a ARC é considerada uma vitória para a Associação Sindical dos Jornalistas de Cabo Verde que sempre defendeu que na composição da ARC tinha de ter um jornalista.

A Autoridade Reguladora para a Comunicação Social vai substituir o Conselho de Comunicação Social que será legalmente extinto na data da posse dos membros do Conselho Regulador e do auditor da ARC. (rfi.fr)

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