OMA deve ser promotora da paz e consolidação do Estado democrático e de direito

Luzia Inglês - Secretária geral da Oma (Foto: Angop)

A secretária geral da OMA (Organização da Mulher Angolana), Luzia Inglês “Inga” lembrou hoje, segunda-feira, em Luanda, que a sua organização deve continuar a inspirar as mulheres a serem verdadeiras promotoras da paz e consolidação do estado democrático e de direito.

Luzia Inglês - Secretária geral da Oma (Foto: Angop)
Luzia Inglês – Secretária geral da Oma (Foto: Angop)

A responsável fez este pronunciamento na abertura da II reunião extraordinária do Comité Nacional da OMA, que decorre no Complexo do Futungo II de 29 a 30 deste mês, tendo sublinhado a paz, a estabilidade política e social como bens que todos devem preservar.

Durante a sua explanação avançou existir uma legislação promotora e protectora dos direitos da mulher e das famílias e, estão criadas as premissas para continuar a trabalhar no sentido de inserir mais mulheres e beneficiar as famílias e principalmente as jovens.

“Chamo a atenção aos membros para a importância dos princípios e critérios a adoptar para a renovação e continuidade, com particular incidência para a incorporação da jovem mulher no seio da organização”, frisou.

Acrescentou que desde a realização do último congresso ordinário, que teve lugar de 27 de Fevereiro a 2 de Março de 2011, a organização trabalhou com afinco na defesa dos direitos das mulheres, sendo direitos humanos fundamentais, como uma questão de justiça social e um imperativo do desenvolvimento sustentável.

Luzia Inglês sublinhou os assuntos a serem examinados nesta reunião conferem uma especial importância, porque vai marcar o início da fase preparatória do 6º congresso ordinário, a ter lugar em Março do próximo ano, dando cumprimento ao nº 1 do artigo 55 dos estatutos da OMA.

A OMA deve ser uma peça fundamental para a sensibilização e mobilização das mulheres para os grandes desafios que se avizinham, em prol da construção de uma sociedade democrática, inclusiva e próspera e um futuro cada vez melhor, reforçou.

Referiu que a reunião será uma soberana ocasião para fazer uma reflexão sobre os avanços registados, os desafios que despontam no futuro e o caminho a seguir para corresponder aos anseios e aspirações das mulheres angolanas.

Por outro lado, disse que as tarefas que têm pela frente são desafiantes e vão exigir de todas um espírito de sacrifício, unidade de pensamernto e acção para contribuir de forma eficaz nas acções preparatórias do congresso, porque só unidas continuarão a longa caminhada na defesa da igualdade e do bem-estar das mulheres angolanas.

Segundo ela, deve-se continuar a trilhar os caminhos da unidade, organização, disciplina, conhecimento e inovação da organização, de maneira a se fortalecerem cada vez mais em torno dos propósitos do partido, liderado pelo Presidente José Eduardo dos Santos, que tem promovido políticas públicas a favor das mulheres.

Na sua intervenção, augurou a continuidade de exaltarem a cidadania, a coesão no seio da família, bem como auscultar a vontade das mulheres, reforçar a luta pela igualdade do género e contra a violência doméstica.

Por fim, fez um apelo aos militantes e as mulheres em particular para mobilizarem-se em torno do MPLA e do seu presidente, na promoção do patriotismo, na consolidação da paz, na defesa da democracia, tolerância, bem como no desenvolvimento do país.

Participam do encontro 149 delegados das 18 províncias do país, entre outros convidados. (portalangop.co.ao)

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