Moscovo contra ataca “cruzada de palavras” de Clinton contra “ameaça russa”

Hillary Clinton (REUTERS/ Lucas Jackson)
Hillary Clinton (REUTERS/ Lucas Jackson)
Hillary Clinton (REUTERS/ Lucas Jackson)

A candidata democrata a presidência dos EUA Hillary Clinton disse, durante o seu primeiro grande discurso de campanha no sábado, em Nova York, que Rússia, Coreia do Norte e Irão são ameaças de segurança tradicionais para os Estados Unidos.

“Nenhum outro país do mundo está mais bem posicionado para prosperar no século XXI. Nenhum outro país está melhor equipado para enfrentar as ameaças tradicionais de países como Rússia, Coreia do Norte e Irão, e para lidar com a ascensão de novas potências como a China”, disse Clinton, ex-secretária de Estado dos EUA.

Os Democratas nos Estados Unidos precisam primeiro “criar um dragão” antes de tentarem derrotá-lo, comentou a chefe do Departamento de Imprensa e Informação do Ministério das Relações Exteriores da Rússia , Maria Zakharova no Facebook.

“Isso significa que, para derrotar o dragão, os democratas primeiro precisam criá-lo, o que eles têm feito com sucesso nos últimos anos.”

De acordo com a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, os EUA tem tido como objectivo encontrar um substituto para Teerão que já não é mais muito conveniente no exercício do papel de “mal global”.

“É um pouco estranho tentar se reconciliar abertamente com aquele [o Irão] que você quer derrotar”, disse referindo-se a política externa norte americana.

Já a Coreia do Norte não pode ser considerada como uma “superpotência que poderia se dar ao luxo de fazer quase qualquer coisa.” Assim, a pré-candidata democrata nas próximas eleições presidenciais dos EUA escolheu outro “super alvo”.

“Conheçam os novos inimigos do povo americano — a ‘tradicionalmente ameaçadora’ Rússia e a ‘ascendente’ China”, continuou ela.

De acordo com Zakharova, Hillary Clinton está simplesmente  remontando tempos que passaram há 50 anos atrás.

Em 12 de Abril, Clinton anunciou que estava concorrendo à presidência dos Estados Unidos em 2016 e lançou sua campanha. (sputniknews.com)

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