Icolo e Bengo e Centro de formação da Coca-Cola decidem formar jovens

Sala de Artes e Ofícios de um Centro Profissional (Foto: Lino Guimarães)
Sala de Artes e Ofícios de um Centro Profissional (Foto: Lino Guimarães)
Sala de Artes e Ofícios de um Centro Profissional (Foto: Lino Guimarães)

A Direcção Municipal da Juventude de Icolo e Bengo, em Luanda, e o Centro de Formação da fábrica Coca-cola, na comuna de Bom Jesus, decidiram segunda-feira assinar um pacto visando a formação de Jovens desta região.

O Director Municipal da Juventude de Icolo e Bengo, José Pedro Serafim, disse que aceitação do pacto é uma resposta positiva as preocupações do Executivo e das famílias na formação profissional para os jovens, visando capacitá-los para o mercado de trabalho.

Por seu turno, o responsável do Centro de formação e desenvolvimento da Coca-Cola, Carlos Fernandes, assegurou total disponibilidade para o projecto ser extensivo à comunidade.

No âmbito do que está programado para a formação dos trabalhadores das diversas fábricas que compõem o grupo Castel, poderão ser enquadrados jovens de Bom Jesus.

Assim, acrescentou estarem disponíveis algumas vagas nos cursos de mecânica e electricidade, para os membros da comunidade sempre que se realizar a formação. O segundo curso tem a sua abertura previsto para o dia 20 de Julho.

” Isto é interessante para a comunidade como para nós, no sentido de que por alguma situação poderíamos recorrer a eles, assim como na eventualidade de se admitir pessoal” explicou o responsável.

Carlos Fernandes apontou a urgência da Direcção da Juventude de Icolo e Bengo responsabilizar-se pelas candidaturas dos jovens que estejam a frequentar o ensino médio ou que tenha concluído de modos a serem inseridos já no segundo curso.

Após inscrição, os mesmos serão submetidos a um teste de diagnóstico para avaliar o nível de conhecimento nas áreas de Língua Portuguesa, Matemática, Física e Biologia.

Adiantou que em caso de aproveitamento destes para Fábrica, deverá se firmar um contrato de trabalho com algumas restrições, tendo em conta a oferta da formação técnica profissional.

O curso, prosseguiu o responsável, tem o primeiro nível para o período de cinco semanas, seguido o da prática dos conhecimentos apreendidos.

Os formandos que não forem admitidos, reiterou, poderão ficar inscritos na base de dado do Centro de Formação para em qualquer momento serem chamados a darem o seu contributo em alguma área, fruto da instrução. (portalangop.co.ao)

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