Huíla: Minars assiste mensalmente mais de 700 repatriados

Amélia Casimiro, directora provincial do Minars (Foto: José Krithinas)
Amélia Casimiro, directora provincial do Minars (Foto: José Krithinas)
Amélia Casimiro, directora provincial do Minars (Foto: José Krithinas)

A direcção provincial da Huíla da Assistência e Reinserção Social (Minars) assiste todos os meses 727 antigos refugiados que desde 2011 começaram a chegar das repúblicas da Zâmbia, Namíbia e Congo Democrático (RDC), com bens alimentares diversos.

A informação foi avançada hoje (domingo), à Angop, no Lubango, pela directora do sector na Huíla, Maria Amélia Diogo Casimiro, em torno do dia mundial de refugiados que sábado se assinalou, avançando que o apoio é na base de uma cesta básica composta por arroz, óleo, feijão, fuba de milho, de entre outros produtos.

Segundo ela, as mesmas pessoas beneficiam também de kits profissionais, de emergência, vestuário, bem como recebem parcelas de terras para auto-construção dirigida e para o cultivo visando melhorar as suas condições sociais básicas.

“Neste momento há repatriados que estão integrados no mercado de trabalho e alguns ainda a frequentar escolas e formação técnico-profissional para ajudar a contribuir no desenvolvimento do país em distintas especialidades”, disse.

A responsável reafirmou o compromisso do governo continuar a apoiar as pessoas nesta condição de repatriados até que encontrem oportunidade de auto sustentarem-se.

A ONU, instituiu o Dia Mundial do Refugiado em 2000, com o objectivo de consciencializar os governos e as populações para o problema grave deste grupo alvo.

Estima-se que existam mais de 45 milhões de pessoas espalhadas pelo mundo que foram forçadas a encontrar um novo local para viver. (portalangop.co.ao)

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