Executivo trabalha para estabilidade macroeconómica

Presidente da República, José Eduardo dos Santos (Foto: Angop/Arquivo)
Presidente da República, José Eduardo dos Santos (Foto: Angop/Arquivo)
Presidente da República, José Eduardo dos Santos (Foto: Angop/Arquivo)

O Executivo angolano continua focado na implementação de políticas fiscais e monetárias sólidas, que promovam a estabilidade macroeconómica, meio ambiente e garantam a continuidade dos programas de investimento público, assim como as reformas necessárias à promoção do crescimento económico e à sustentabilidade da dívida pública, soube-se hoje, em Luanda.

Para o efeito, “nem o Presidente angolano, nem qualquer ministro do Governo de Angola pediu ao governo chinês uma moratória sobre o pagamento da dívida do país às instituições financeiras ou governamentais chinesas”, durante a visita de José Eduardo dos Santos à China.

A visita do Presidente de Angola à República Popular da China, de 9 a 13 do corrente mês, teve como objectivo reforçar a amizade e as fortes relações bilaterais.

Como parte desta deslocação, o estadista angolano e os ministros do governo de Angola discutiram com os seus homólogos chineses um amplo conjunto de temas relacionados com a contínua cooperação, incluindo a parceria entre os dois países em áreas como ciência, educação, economia, energia, agricultura, indústria transformadora, geologia e construção.

O Presidente angolano e sua delegação ministerial discutiram, com a parte chinesa, formas de expandir mecanismos fiscais que permitam ao governo de Angola continuar a investir e melhorar o seu Programa de Investimento Público, assim como prosseguir com a execução do seu Plano Nacional de Desenvolvimento, sem comprometer a carteira de dívida existente, particularmente nas circunstâncias actuais do mercado de preços baixos do petróleo.

A estratégia adoptada inclui a exploração de novas formas de financiamento, expansão do limite de exposição ao risco do país oferecido pela Agência de Crédito de Exportação chinesa e a expansão das oportunidades de financiamento, melhorando os termos e condições anteriores para reflectir as condições actuais dos mercados, bem como a identificação de projectos estratégicos nas áreas de energia eléctrica, de abastecimento de água, de tratamento de água e agricultura. (portalangop.co.ao)

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