Dirigente da guerrilha comunista filipina morto pelo exército

Na operação, foi ainda morta uma mulher, que seria a médica de Pitao (Foto: AP Photo / Aaron Favila)
Na operação, foi ainda morta uma mulher, que seria a médica de Pitao (Foto:  AP Photo / Aaron Favila)
Na operação, foi ainda morta uma mulher, que seria a médica de Pitao (Foto: AP Photo / Aaron Favila)

Pitao, com 57 anos de idade, tinha 17 mandados de detenção, por assassinato e roubo.

O exército filipino matou o comandante da guerrilha comunista Leonardo Pitao, na última missão contra os insurgentes no sul das Filipinas, anunciaram hoje as autoridades.

A missão ocorreu no dia 18 de junho, no sul da cidade de Davao, na ilha Mendanao, onde as forças especiais agiram contra um grupo de 700 rebeldes do Novo Exército Popular (NEP), liderado por Leonardo Pitao.

O Comandante, com 57 anos de idade, tinha 17 mandados de detenção, por assassinato e roubo.

Na operação, foi ainda morta uma mulher, que seria a médica de Pitao.

O NEP tem milhares de soldados regulares e luta há 46 anos contra as forças governamentais, um conflito que causou já cerca de trinta mil mortos.

O General do Exército filipino, Eduardo Ano, afirmou que Pitao era um ídolo para o NEP e que a sua morte “vai significar a queda do NEP na região de Davao”. (dn.pt)

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