Destacada importância do ensino técnico profissional

FORMANDOS EM SOLDADURA INDUSTRIAL DO CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO ZANGO (Foto: Gaspar Dos Santos)

A importância do ensino técnico profissional foi, nesta segunda-feira, destacada pela directora geral do Instituto Médio Industrial de Luanda (Imil), Philomena José Carlos, como sendo uma das bases fundamentais e real para o desenvolvimento de uma nação.

FORMANDOS EM SOLDADURA INDUSTRIAL DO CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO ZANGO (Foto: Gaspar Dos Santos)
FORMANDOS EM SOLDADURA INDUSTRIAL DO CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO ZANGO (Foto: Gaspar Dos Santos)

Em declarações à Angop, a propósito das valências do ensino técnico profissional, a dirigente reforçou que este método foi concebido como um processo de construção social que ao mesmo tempo qualifica o cidadão e o educa com bases científicas, bem como ético-políticas, para compreender a tecnologia como produção de ser social, que estabelece relações socio-históricas e culturais de poder.

Fez ainda saber o ensino técnico profissional tem como missão formar quadros para o mercado de trabalho e até mesmo a criação dos seu próprio emprego ou aderir para um ensino superior.

Segundo Philomene José Carlos, os estudantes formados nas áreas técnicas não são simplesmente indivíduos que realizam as acções, cumpridores de ordem, que acabam não raciocinando, mas exercem funções, tomando decisões, relacionando-se com os seus superiores, seus colegas e com subordinados, na partilha de ideias e na execução das tarefas.

Observou que, com a grande diversidade de cursos no país, a integração dos jovens no mercado de trabalho vai permitir com que haja não só a mão-de-obra qualificada, a diminuição da pobreza, mais também a maior integração social da população e de certo modo angolanizar, cada vez mais, as empresas e contribuir de forma significativa no desenvolvimento do país.

Para a responsável, dar uma profissão ao cidadão é a melhor forma de combater o desemprego, a delinquência, a exclusão social e a pobreza, de forma geral, assim como promove a igualdade de género e a mobilidade social, pois a expansão do ensino com garantias de inserção no mercado de trabalho contribui no bem-estar familiar e dá prestígio a quem executa a tarefa.

Por sua vez, o director geral do ensino técnico profissional, António Alexandre, referiu que os planos curriculares estão estruturados de tal forma que os cursos da formação média técnica, como básica, têm duas saídas: primeiro mercado de trabalho como prioritário e a continuação dos estudos, bem como a criação do próprio mercado de trabalho, por estar inserido nos planos curriculares às disciplinas de empreendedorismo em ambas formações. (portalangop.co.ao)

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