Universidades privadas mais activas no Facebook

(Foto: D.R.)
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Entidades privadas parecem ser mais apreciadas pelos usuários das redes sociais.

As empresas recorrem às redes sociais para promoverem os seus produtos, e as universidades não querem ficar de fora nesta ‘corrida’ virtual, aproveitando a ‘boleia’ da Internet para divulgarem as suas acções. Mas as privadas estão mais ‘avançadas’ do que a pública Agostinho Neto, constatou o Expansão, numa ‘ronda’ pelas páginas das instituições no Facebook.

A Universidade Metodista de Angola (UMA) parece ser a mais popular no Facebook. A sua página nesta rede social acumula cerca de 24 mil ‘gostos’, sendo a mais visitada entre aquelas que o Expansão consultou. Os estudantes vêem aqui publicados vídeos das suas defesas de tese, o que proporciona alguns momentos de fama virtual aos recém-licenciados.

A UMA é um estabelecimento de ensino superior universitário privado, instituída pelo Decreto n.º 30/07, de 7 de Maio. A entidade instituidora é a Sociedade Universidade Metodista de Angola. Em segundo lugar deste ranking informal do Expansão surge a Universidade Católica de Angola (UCAN), com cerca de 11 mil ‘gostos’, e onde os internautas podem ficar a saber de várias actividades que a instituição promove para os estudantes e público em geral.

A UCAN foi criada pela Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST), a abertura do seu primeiro ano lectivo foi a 22 de Fevereiro de 1999, com os cursos propedêuticos (ano 0) de Direito e de Economia.

Dom Damião Franklin, arcebispo de Luanda, foi o reitor desta universidade. Actualmente, tem como reitor José Vicente Cacuchi. Estas informações, aliás, encontram-se na página da instituição no Facebook. UGS fornece calendários Depois surge a Universidade Gregório Semedo (UGS), que tem 9.450 ‘gostos’ na sua página do Facebook, onde também promove a divulgação de actividades e informações úteis aos estudantes.

A página actualiza os alunos sobre os calendários de provas e de entregas de trabalhos de fim de curso, por exemplo, permitindo aos estudantes verem informações úteis sem sair em de casa, à distância de apenas um ‘clique’.

A UGS surgiu em 2004, ao abrigo de uma autorização provisória para o seu funcionamento concedida pelo então ministro da Educação e foi oficialmente criada pelo Decreto n.º 23/07, de 7 de Maio, do Conselho de Ministros.

Os cursos de licenciatura que presentemente ministra foram aprovados pela Secretaria de Estado para o Ensino Superior, tendo sido o Decreto 83/08, diploma que os reconhece, publicado em 25 de Junho.

“São licenciaturas que, em quatro anos, não somente formam profissionais, mas efectivamente os especializam, nos domínios do Direito, da Engenharia Informática, da Gestão Comercial e Marketing, da Gestão de Recursos Humanos, da Informática de Gestão e da Organização e Gestão de Empresas”, explica a instituição na sua página no Face. Com 5.404 ‘gostos’ na sua página do Facebook, a Universidade Técnica de Angola (UTANG) não esconde os seus objectivos de promover a “capacidade de diálogo e cooperação interdisciplinar na sua área geral de actividade”, explica a entidade académica.

UnIA aceita sugestões E por ter bons objectivos para os seus formandos, a instituição dá a liberdade aos estudantes de deixarem em público as suas críticas e comentários sobre a universidade.

A Universidade Independente de Angola (UnIA), por seu turno, tem cerca de 2.200 ‘gostos’ na sua página, onde explica que “nasceu de um sonho e representa o esforço e o entusiasmo de um grupo de angolanos dispostos a darem o seu contributo para o desenvolvimento e consolidação da educação e do saber em Angola”.

Agostinho Neto com poucos ‘gostos’

Os comentários dos usuários que o Expansão consultou revelam a satisfação dos estudantes em encontrarem algumas informações relacionadas com várias actividades da ‘escola’.

Mas Angola não é feita só de universidades privadas. O Expansão consultou algumas páginas de faculdades públicas da Universidade Agostinho Neto (UAN), que por sinal tem pouca adesão dos internautas.

A sua página no Facebook tem apenas 89 ‘gostos’, mas não deixa de promover as suas actividades e, a avaliar pelos comentários que este jornal lá encontrou, a UAN parece estar a fazer um esforço para manter os estudantes informados. A vocação inicial da UAN, como universidade do Estado, foi a de criar uma rede de faculdades, cobrindo todo o território de Angola. Mas, “na sequência de uma reforma incisiva, realizada em 2008/2009, a sua competência foi entretanto limitada às províncias de Luanda e do Bengo”, informa a entidade.

“A UAN compreende, portanto, doravante apenas a sua sede e faculdades situadas em Luanda, bem como o pólo de Viana. As demais faculdades localizadas noutras províncias foram agrupadas em universidades regionais autónomas”, explica o organismo, que garante que, “mesmo depois desta redução drástica, a UAN continua a ser a maior universidade de Angola”.

As empresas recorrem às redes sociais para promoverem os seus produtos, e as universidades não querem ficar de fora nesta ‘corrida’ virtual, aproveitando a ‘boleia’ da Internet para divulgarem as suas acções.

Mas as privadas estão mais ‘avançadas’ do que a pública Agostinho Neto, constatou o Expansão, numa ‘ronda’ pelas páginas das instituições no Facebook. A Universidade Metodista de Angola (UMA) parece ser a mais popular no Facebook.

A sua página nesta rede social acumula cerca de 24 mil ‘gostos’, sendo a mais visitada entre aquelas que o Expansão consultou. Os estudantes vêem aqui publicados vídeos das suas defesas de tese, o que proporciona alguns momentos de ‘fama’ virtual aos recém-licenciados. A UMA é um estabelecimento de ensino superior universitário privado, instituída pelo Decreto n.º 30/07, de 7 de Maio.

A entidade instituidora é a Sociedade Universidade Metodista de Angola. Em segundo lugar deste ranking informal do Expansão surge a Universidade Católica de Angola (UCAN), com cerca de 11 mil ‘gostos’, e onde os internautas podem ficar a saber de várias actividades que a instituição promove para os estudantes e público em geral.

A UCAN foi criada pela Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST), a abertura do seu primeiro ano lectivo foi a 22 de Fevereiro de 1999, com os cursos propedêuticos (ano 0) de Direito e de Economia.

Dom Damião Franklin, arcebispo de Luanda, foi o reitor desta universidade. Actualmente, tem como reitor José Vicente Cacuchi. Estas informações, aliás, encontram-se na página da instituição no Facebook. UGS fornece calendários Depois surge a Universidade Gregório Semedo (UGS), que tem 9.450 ‘gostos’ na sua página do Facebook, onde também promove a divulgação de actividades e informações úteis aos estudantes.

A página actualiza os alunos sobre os calendários de provas e de entregas de trabalhos de fim de curso, por exemplo, permitindo aos estudantes verem informações úteis sem sair em de casa, à distância de apenas um ‘clique’.

A UGS surgiu em 2004, ao abrigo de uma autorização provisória para o seu funcionamento concedida pelo então ministro da Educação e foi oficialmente criada pelo Decreto n.º 23/07, de 7 de Maio, do Conselho de Ministros. Os cursos de licenciatura que presentemente ministra foram aprovados pela Secretaria de Estado para o Ensino Superior, tendo sido o Decreto 83/08, diploma que os reconhece, publicado em 25 de Junho.

“São licenciaturas que, em quatro anos, não somente formam profissionais, mas efectivamente os especializam, nos domínios do Direito, da Engenharia Informática, da Gestão Comercial e Marketing, da Gestão de Recursos Humanos, da Informática de Gestão e da Organização e Gestão de Empresas”, explica a instituição na sua página no Face.

Com 5.404 gostos na sua página do Facebook, a Universidade Técnica de Angola (UTANG) não esconde os seus objectivos de promover a “capacidade de diálogo e cooperação interdisciplinar na sua área geral de actividade”, explica a entidade académica.

UnIA aceita sugestões E por ter bons objectivos para os seus formandos, a instituição dá a liberdade aos estudantes de deixarem em público as suas críticas e comentários sobre a universidade.

A Universidade Independente de Angola (UnIA), por seu turno, tem cerca de 2.200 ‘gostos’ na sua página, onde explica que “nasceu de um sonho e representa o esforço e o entusiasmo de um grupo de angolanos dispostos a darem o seu contributo para o desenvolvimento e consolidação da educação e do saber em Angola”.

Agostinho Neto com poucos ‘gostos’

Os comentários dos usuários que o Expansão consultou revelam a satisfação dos estudantes em encontrarem algumas informações relacionadas com várias actividades da ‘escola’.

Mas Angola não é feita só de universidades privadas. O Expansão consultou algumas páginas de faculdades públicas da Universidade Agostinho Neto (UAN), que por sinal tem pouca adesão dos internautas. A sua página no Facebook tem apenas 89 ‘gostos’, mas não deixa de promover as suas actividades e, a avaliar pelos comentários que este jornal lá encontrou, a UAN parece estar a fazer um esforço para manter os estudantes informados.

A vocação inicial da UAN, como universidade do Estado, foi a de criar uma rede de faculdades, cobrindo todo o território de Angola. Mas, “na sequência de uma reforma incisiva, realizada em 2008/2009, a sua competência foi entretanto limitada às províncias de Luanda e do Bengo”, informa a entidade.

“A UAN compreende, portanto, doravante apenas a sua sede e faculdades situadas em Luanda, bem como o pólo de Viana. As demais faculdades localizadas noutras províncias foram agrupadas em universidades regionais autónomas”, explica o organismo, que garante que, “mesmo depois desta redução drástica, a UAN continua a ser a maior universidade de Angola”. (expansao.ao)

Por: Sita Sebastião

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