Ulrich garante que BFA não será afetado por novas regras do BCE

Fernando Ulrich, BPI (Foto: D.R.)
Fernando Ulrich, BPI (Foto: D.R.)
Fernando Ulrich, BPI
(Foto: D.R.)

O BPI vai ter de reduzir a sua exposição a Angola, no âmbito das novas regras europeias. Atualmente, o BPI está a negociar uma solução com o Banco central Europeu (BCE), no entanto Fernando Ulrich não quis revelar qual a solução, nem qual o prazo para implementação já que se trata “de uma matéria confidencial”, afirmou o presidente do BPI, na conferência de imprensa de apresentação dos resultados do primeiro trimestre de 2015.

“O que é importante sublinhar é que a atividade do Banco de Fomento Angola (BFA) não é afetada por isso. Quem tem de respeitar as regras do BCE é o BPI. O BFA é um banco de direito angolano e obedece às regras de Angola. Por isso, o BFA segue o seu caminho de sucesso”, adiantou Fernando Ulrich.

A alteração das regras resulta do facto de a Comissão Europeia ter decidido não incluir Angola na lista de países terceiros com regulamentação e supervisão equivalentes às da União Europeia. Isto significa que os bancos nacionais com exposição a Angola terão uma redução dos seus rácios de capital. O BPI poderá penalizado, sendo mesmo forçado a reajustar a sua exposição ao mercado angolano através da sua subsidiária Banco de Fomento Angola (BFA), onde detém uma participação de 50,1% no capital. (dinheirovivo.pt)

 

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