Ucrânia festeja final da Segunda Guerra à hora europeia

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A Ucrânia volta a distanciar-se da Rússia, desta vez, à hora de festejar o dia da vitória na segunda guerra mundial, habitualmente comemorado no sábado, como em Moscovo.

O presidente ucraniano participou esta sexta-feira, no parlamento, nas cerimónias do novo dia da “memória e da reconciliação nacional”, em companhia do secretário geral da ONU, Ban Ki Moon.

Uma celebração mais próxima das cerimónias europeias, com novos símbolos, como a papoila, utilizada por exemplo no Reino Unido.
“Porque é que é importante para nós celebrar, ao mesmo tempo, o dia da memória e o dia da vitória sobre o nazismo? Porque ambos os acontecimentos não podem ser esquecidos. Porque o nosso país está a ser atacado e conhece o valor da paz que durou mais de 70 anos”, afirmou o presidente Petro Poroshenko.

Uma cerimónia revisitada à luz do conflito com os separatistas pró-russos no leste do país.

As autoridades prestaram homenagem pela primeira vez aos antigos membros da milícia ucraniana que durante os anos 40 combateu soviéticos e nazis no oeste do país.

Um antigo combatente afirma, “nós estamos preocupados com o atual conflito militar. Estamos ao lado dos nossos soldados, mas sem poder ajudá-los, dada a nossa idade avançada, quando temos todos quase 90 anos”.

O parlamento ucraniano adotou igualmente novas leis para proibir os símbolos comunistas ao mesmo título que a simbologia e propaganda nazi.

Os separatistas pró-russos vão assinalar este sábado, em Donetsk, o fim da “Grande Guerra patriótica”, com o mesmo calendário, símbolos e linguagem oficial em vigor na Rússia. (euronews.com)

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