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Situação dos Albinos e clima social preocupam angolanos
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Situação dos Albinos e clima social preocupam angolanos

Manuel Savihemba (Foto: Leonardo Castro)

Manuel Savihemba (Foto: Leonardo Castro)

Esta semana, Luanda, recebeu o I Simpósio de Dermatologia, tendo em cima da mesa questões ligadas a doenças da pele, que atingem pessoas albinas, cujo número, tem aumentado, mas, também, a lepra.

Durante o I Simpósio de Dermatologia, realizado esta semana, em Luanda, o Ministro angolano da Saúde, José Van-Dúnem, mostrou preocupado com o aumento do número de pessoas albinas, em Angola, uma doença de despigmentação da pele, quer indivíduos, que têm uma quantidade muito fraca de melanina, para proteger a pele.

Esta doença dos albinos, atinge, igualmente, os olhos, e os especialistas de dermatologia, presente no I Simpósio em Luanda, mostram-se preocupados, com a situação do aumento dos albinos, pelo que, reclamaram mais e melhor tratamento médico, prevenção e formação dos técnicos da área.

Sem dizer, que há uma outra doença da pele, a lepra, analisada, também, neste I Simpósio de Dermatologia, em Luanda, com as autoridades, médicos e especialistas, preocupados e à procura de soluções, para esse problema da saúde pública.

E que dizem os que sofrem na pele estas doenças, como os albinos? É a esta questão que responde, um dos interessados, Manuel Savihemba, deputado da UNITA, pelo círculo eleitoral, da Huíla, que aproveita, para comentar outras questões de sociedade angolana, como o escândalo,  entre a polícia angolana e a seita religiosa,  do Sétimo Dia, a Luz do Mundo, que provocou um pouco mais de 25 mortos, segundo fontes oficiais, e milhares, entre 800 a 1.000 mortos, segundo, por exemplo, a UNITA. (rfi.fr)

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