Secretário de Estado afirma interesse entre Angola e Cuba

Manuel Augusto - Secretário de Estado das Relações Exteriores (Foto: Pedro Parente)
Manuel Augusto - Secretário de Estado das Relações Exteriores (Foto: Pedro Parente)
Manuel Augusto – Secretário de Estado das Relações Exteriores (Foto: Pedro Parente)

O secretário de Estado angolano das Relações Exteriores, Manuel Augusto, disse neste domingo, em Havana (Cuba), existir vontade política de Cuba e Angola de incrementar, cada vez mais, as relações de cooperação.

Manuel Augusto falava a imprensa angolana logo após a chegada à Cuba, do Vice-presidente da República, Manuel Vicente, que efectua uma visita oficial de três dias, destinada ao reforço da cooperação ente os Estados.

Afirmou que a situação actual recomenda a realização de encontros regulares a alto nível, para a uma adequação das prioridades, em função da realidade económica dos dois países.

Declarou que em função da redução do preço do petróleo no mercado internacional e da revisão do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2015, é natural que os programas e projectos sejam também readaptados ou adequados a nova realidade económica e financeira.

Salientou que as discussões técnicas dão garantias de que a cooperação, principalmente, em sectores fundamentais e prioritários para o Executivo angolano, como a educação e a saúde, vai se manter.

Manuel Augusto disse que a visita do Vice-Presidente da República à Cuba deve ser enquadrada no excelente nível de relações existentes, baseadas na solidariedade efectiva e amizade
indestrutível.

Afirmou tratar-se de mais um passo para o reforço da amizade e cooperação entre os dois países, que visa elevar as relações económicas ao nível do excelente entendimento políticas.

Manuel Augusto considera essencial que de tempo em tempo se faça o balanço das relações e se perspectivem novas formas de tornar essa cooperação mutuamente vantajosa, num momento em que ocorrem no mundo vários fenómenos, como a baixa do preço do petróleo e outros menos positivos no domínio económico e financeiro.

Falou da necessidade de parceiros estratégicos, como Angola e Cuba, reverem o carácter, o nível e a dinâmica das suas relações. (portalangop.co.ao)

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA