Presidente da UNAC considera morte de Bangão perda irreparável para classe

Presidente da UNAC-SA, Arnaldo Calado, lamenta morte de bangão (Foto: Henri Celso)
Presidente da UNAC-SA, Arnaldo Calado, lamenta morte de bangão (Foto: Henri Celso)
Presidente da UNAC-SA, Arnaldo Calado, lamenta morte de bangão (Foto: Henri Celso)

O presidente da União Nacional dos Artista e Compositores (UNAC), Arnaldo Calado, considerou, quarta-feira, em Luanda, a morte do músico Bernardo Jorge Martins Correia “Bangão” uma perda irreparável na classe artística do país.

O responsável fez este pronunciamento à imprensa, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, momentos após a chegada da urna contendo os restos mortais de Bangão, falecido domingo último na África do Sul, vítima de doença.

“O falecimento de Bangão é o apagar de uma estrela que iluminava a todos, mas que infelizmente se apagou e por este facto estamos tristes e apenas rezamos para que a sua alma descanse em paz”, referiu.

Por sua vez, o irmão mais velho de Bangão e porta-voz da família, Francisco Jorge Martins Correia, lamentou a morte do artista que disse que tudo vai fazer para manter o legado musical do cantor.

Reconheceu o apoio prestado pelo Governo que ajudou o Bangão em todos momentos da doença, incluindo a viagem para tratamento na África do Sul.

“A quando da sua ida à África do Sul, ficamos esperançados na sua recuperação, visto que nos primeiros tempos no hospital de Pretória mostrou sinais de recuperação, mas infelizmente fomos surpreendidos com uma crise que daí não mais recuperou”, contou.

No acto de recepção dos restos mortais de Bangão estiveram presentes personalidades do sector da cultura, da política, colegas e fãs do cantor.

Os restos mortais de Bernardo Jorge Martins Correia “ Bangão”, serão sepultados hoje, quinta-feira, às 13 horas, no cemitério Alto das Cruzes. (portalangop.co.ao)

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