Presidente Barack Obama presta homenagem a ‘geração que salvou o mundo’

O presidente americano, Barack Obama (Foto: BRENDAN SMIALOWSKI/AFP)
O presidente americano, Barack Obama (Foto: BRENDAN SMIALOWSKI/AFP)
O presidente americano, Barack Obama (Foto: BRENDAN SMIALOWSKI/AFP)

O presidente Barack Obama prestou uma homenagem nesta sexta-feira, na celebração do 70º aniversário da derrota do regime nazista, à “geração que salvou o mundo”, convocando os americanos a seguirem defendendo as liberdades pelas quais os heróis da Segunda Guerra Mundial combateram.

Obama adiantou seu tradicional pronunciamento semanal por rádio transmitido todos os fins de semana para fazê-lo coincidir com este aniversário, que será celebrado em Washington com uma exibição aérea de aviões históricos utilizados durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

O presidente disse que o anúncio feito pelo então comandante supremo das forças aliadas, o general Dwight Eisenhower, sobre a rendição da Alemanha, não fazia justiça suficiente com a “natureza extraordinária da vitória aliada”.

“Por mais de cinco anos, um combate brutal arrasou um continente inteiro. Mães, pais, crianças foram assassinados nos campos de concentração. Quando os canhões se silenciaram na Europa, 40 milhões de pessoas no continente haviam perdido a vida”, lembrou.

Disse que os americanos devem prestar homenagem a todos os patriotas, soldados, fuzileiros navais, aviadores, integrantes da guarda-costeira, membros da marinha mercante, assim como às mulheres “que sustentaram o front interno”, como fez sua avó, que trabalhou nas fábricas para contribuir com o esforço de guerra.

“Esta foi uma geração que literalmente salvou o mundo, que colocou fim à guerra e instaurou os fundamentos da paz”, destacou.

“Esta era a geração daqueles que trocaram o uniforme para ir à universidade, com o objectivo de poder se casar com suas namoradas, comprar casas, educar seus filhos e construir a maior classe média do mundo como nunca se conheceu”, acrescentou o presidente.

Obama ressaltou que os americanos não devem se contentar em comemorar a história, e que devem “se dedicar novamente a defender as liberdades” pelas quais os heróis da Segunda Guerra Mundial combateram.

“Vamos permanecer unidos a nossos aliados, na Europa e além, em nome de nossos valores comuns – a liberdade, a segurança, a democracia, os direitos humanos (…) – contra o sectarismo e o ódio em todas as suas formas, com o objectivo de dar um sentido àquela promessa: ‘Não vamos nos esquecer. Nunca mais'”, concluiu o presidente. (afp.com)

 

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