PM e ex-PM são presos suspeitos de chacina em quadra de torcida organizada do Corinthians

Policia Civil (DPR)
Policia Civil (DPR)
Policia Civil (DPR)

A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira, um policial militar e um ex-PM suspeitos de participação na chacina na sede da torcida Pavilhão Nove, do Corinthians, na Zona Norte da capital. No dia 18 de abril, oito pessoas foram mortas a tiros. Os acusados foram levados para a sede do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). De acordo com a polícia, há outros mandados de prisão contra outros suspeitos.

Entre as vítimas da chacina está Fabio Neves Domingos, de 34 anos, que em 2013 passou mais de 100 dias preso em Oruro, na Bolívia, após a morte do menino Kevin Espada, atingido por um sinalizador durante a partida do Corinthians e San Jose, pela Libertadores da América de 2013. Investigações apontam que Fábio era o alvo da chacina.

De acordo com testemunhas, naquela noite, por volta das 23h, três homens armados entraram na sede da torcida organizada, renderam o porteiro e pediram que todos os presentes se deitassem no chão. Segundo testemunhas, o grupo ficou após a festa para pintar uma bandeira que seria levada ao jogo entre Corinthians e Palmeiras, pela semifinal do campeonato paulista. Logo depois, começaram as execuções. Mesmo ferido, um dos baleados ainda caminhou até um posto de combustíveis na região para pedir ajuda. Ele, no entanto, morreu depois, no Hospital das Clínicas (HC). ()

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