Ministro do Interior pede prudência na abordagem de matérias sobre segurança pública

Ângelo Tavares, Ministro do Interior (Foto: Rosário dos Santos)
Ângelo Tavares, Ministro do Interior (Foto: Rosário dos Santos)
Ângelo Tavares, Ministro do Interior (Foto: Rosário dos Santos)

O ministro do Interior, Ângelo Veiga Tavares, apelou hoje, quarta-feira, em Luanda, os diferentes actores políticos, a uma maior prudência, seriedade e espírito patriótico na abordagem de matérias relacionadas com a segurança e ordem públicas.

Discursando no acto de tomada de posse dos novos responsáveis do seu pelouro, Ângelo Tavares notou que uma mensagem incorrectamente transmitida ou passível de interpretação dúbia pode levar a que os seus destinatários a interpretem igualmente de forma incorrecta.

Tal facto, segundo o ministro, faz com que se recorram a práticas e comportamentos susceptíveis de porem em causa a ordem, a segurança e tranquilidade públicas e inclusive o processo de paz em curso no país.

“Daí que, para abordagem pública ou privada de matérias dessa natureza por entidades políticas, com destaque para os que assumam posições de liderança, seja necessário que o façam com a devida ponderação, responsabilidade e sentido patriótico”, vincou.

Adiantou que os angolanos jamais deverão esquecer que a paz duramente conquistada só foi possível quando decidiram debater sozinhos as divergências e desentendimentos entre irmãos.

“A nossa história, perene em tentativas de mediação, provou que este deverá ser o caminho para abordagem de quaisquer desinteligências que possam existir entre nós. Portanto, de nada valerá o recurso à subserviência a países mais desenvolvidos ou à comunidade internacional”, expressou.

Ângelo Tavares disse, por outro lado, que os órgãos executivos centrais do seu pelouro deverão fazer recurso permanentemente às novas tecnologias de informação e comunicação, de forma a garantir níveis de excelência na sua prestação em favor da população.

Com efeito, notou que deverá ser prestada atenção especial a gestão de recursos humanos para qual urge adequar os seus mecanismos e métodos de trabalho a tais ferramentas, “para que a materialização da política de quadros constitua uma mola impulsionadora do desenvolvimento de toda a actividade do Ministério do Interior”. (portalangop.co.ao)

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