Imprensa norte americana destaca diversificação da economia em Angola

(Foto: D.R.)
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Angola foi destaque na imprensa norte-americana, com a publicação recentemente de um artigo no ‘New York Times’, onde enaltece a política de diversificação da economia do Executivo Angolano, e considera o País como “um farol para as outras nações de África Subshariana”.

O artigo, com o título ‘Angola: Diversificação da Economia’, refere que o Executivo angolano, liderado pelo Presidente José Eduardo dos Santos, desde 2012, está a levar a cabo fortes incursões no desenvolvimento de infra-estruturas, educação e diversificação económica, bem como políticas fiscais eficazes, que trazem um clima ideal para fazer negócios.

De acordo com uma nota do Ministério das Relações Exteriores que citao artigo, as políticas fiscais eficazes têm sido introduzidas para estabilizar a economia e o sector de investimento público, particularmente em infra-estruturas, tornando-se num mecanismo primário para transformar as receitas do sector de recursos em bens públicos valiosos para apoiar a diversificação da economia e o crescimento inclusivo.

O ‘New York Times’, no seu artigo, citando o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, escreve que “a sustentabilidade do nosso desenvolvimento pressupõe a necessidade de reduzir a dependência actual da nossa economia no petróleo”.

“A actividade da diversificação económica e produção, em particular, é, uma tarefa urgente e premente, que determina o nosso futuro e mais efectiva a independência nacional. O grande desafio que todos enfrentamos é a fase do crescimento, e o que definimos como uma estratégia à realização de um crescimento sustentado por muitos anos: reabilitação, modernização e desenvolvimento de infra-estrutura económica e social; promoção e realização de investimento em qualificação e formação público-privada, bem como gestão adequada de recursos humanos; adopção de uma política de trabalho e remuneração objectiva”, pode ler-se.

Da panorâmica económica que o ‘New York Times’ faz alusão no seu artigo refere-se à Angola como o segundo maior produtor de petróleo em África, e que a sua economia tem alcançado níveis altos, apesar da queda nos preços internacionais do petróleo.

O artigo cita, também, o presidente do Conselho de Administração do Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA), Manuel Neto da Costa, sublinhando o papel do banco no futuro de Angola e os resultados positivos da implementação do Plano Nacional Desenvolvimento (PND 2013 – 2017) do Executivo Angolano.

O presidente do Conselho de Administração do BDA, citado pelo ‘New York Times’, disse que “a função principal do banco é fornecer recursos financeiros a médio e longo prazo, bem como cultivar um espírito empreendedor”, bem como ser “desejo de formar parcerias com investidores estrangeiros para estabelecer transferências de tecnologia e know-how”.

O artigo refere-se, ainda, à política monetária de Angola que está centrada na garantia da estabilização da taxa de câmbio e controlo da inflação, bem como a resiliência de choques externos.

Lê-se, também, no artigo que o Banco Nacional de Angola (BNA) reduziu a sua taxa de juros em 25 pontos, três vezes em 2014, expandiu a concessão de crédito à economia e a Inflação de preços ao consumidor caiu de 9 por cento em 2012 para 7,7 por cento em 2013, sendo o valor mais baixo em 20 anos. Em 2015, com o inico da próxima onda de investimento público, o Produto Interno Bruto (PIB) poderá crescer em até 8,8 por cento. (Angop/Expansão)

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