Huambo: MPLA condena calúnias da oposição e apela à vigilância

Huambo: Primeiro Secretário do MPLA, Kundi Paihama (Foto: Edilson Domingos)
Huambo: Primeiro Secretário do MPLA, Kundi Paihama (Foto: Edilson Domingos)
Huambo: Primeiro Secretário do MPLA, Kundi Paihama (Foto: Edilson Domingos)

O 1º secretário do MPLA na província do Huambo, Kundi Paihama, condenou hoje, sábado, nesta cidade, as acusações de alguns partidos da oposição, que pretendem confundir a população, por via da mentira e da calúnia, tendo, por isso, apelado aos militantes a estarem atentos e vigilantes contra os actos oportunistas.

Ao discursar num acto de massas, antecedido por uma marcha de apoio ao Presidente do MPLA, José Eduardo dos Santos, Kundi Paihama disse que a política não deve ser encarada como uma actividade curiosa, por exigir seriedade e responsabilidade.

Afirmou que é na política onde são traçadas as acções relacionadas com a melhoria da qualidade de vida e do bem-estar económico e social da população.

“Os nossos militantes devem estar atentos, organizados e disciplinados, de modo a não serem vencidos por elementos oportunistas que, mesmo sem conhecerem os factos, aproveitam-se para enganar o povo, razão pela qual é necessário que todo angolano, sobretudo a nova geração, conheça a história, seja ela local ou a universal”, exortou.

O 1º secretário do MPLA na província do Huambo referiu que os angolanos têm de trabalhar de forma organizada, séria e responsável a favor da unidade e a reconciliação nacional, evitando, deste modo, o ódio e a calúnia dentro e fora das comunidades.

Noutra parte do seu discurso, disse que o MPLA está a revitalizar as estruturas de base para fortalecer-se cada vez mais, com objectivo de ganhar as eleições em 2017, motivo pelo qual é necessário que todos os seus militantes sejam integrados nos comités de acção mais próximos de suas residências.

Kundi Paihama admitiu que ainda existe muito por se fazer, mas, para tal, é necessário que haja paciência e envolvimento de todos os cidadãos nas tarefas voltadas ao desenvolvimento do país, uma vez que nem mesmo países desenvolvidos têm tudo concluído. (portalangop.co.ao)

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