Governo saúda dia mundial da liberdade de imprensa

Jornalistas angolanos (Foto: Pedro Parente)
Jornalistas angolanos (Foto: Pedro Parente)
Jornalistas angolanos (Foto: Pedro Parente)

O Governo angolano exortou hoje, domingo,os profissionais da comunicação social a fazerem do 03 de Maio um momento de reflexão sobre as questões relativas à liberdade de imprensa e à ética e deontologia da profissão, por forma a promover o exercício da liberdade de expressão com responsabilidade, segurança e respeito pelas instituições e pelos cidadãos.

Num comunicado de imprensa chegado à nossa redacção pelo dia dia mundial da liberdade de imprensa, o Governo garante que, por sua vez, continuará a trabalhar com todos os seus parceiros, no sentido de assegurar que a profissão seja exercida com segurança e justiça e condena quaisquer acções que coloquem em perigo o exercício da profissão e a vida dos jornalistas.

A nota acrescenta que a liberdade de expressão, consagrada na Constituição da República de Angola, é um dos pilares da democracia e constitui a base da construção de uma sociedade plural, na qual os direitos fundamentais dos cidadãos devem ser respeitados, aceitando-se a diferença e o primado da Lei.

O executivo angolao partilha do lema central aprovado pela UNESCO para este ano, segundo o qual o jornalismo deve prosperar, com melhor cobertura informativa, igualdade do género e segurança digital, ciente, porém, de que o acesso cada vez mais generalizado ao digital coloca desafios à liberdade de imprensa e ao exercício tradicional do jornalismo.

O Governo da República de Angola saúda o 03 de Maio, data que assinala o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, na sequência de uma Resolução adoptada em 1991 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

O lema adoptado pela UNESCO deve levar os jornalistas a considerarem sempre no exercício da sua profissão os princípios ético-deontológicos e o respeito pelos direitos da pessoa humana e pela lei, cuidando também que o digital, enquanto ferramenta de desenvolvimento, interacção e integração, não se transforme num instrumento de insegurança, desestabilização e violência.

“A globalização e as inovações tecnológicas devem representar não só novas oportunidades de partilha de liberdade, mas também conferir novas dimensões à liberdade de expressão e a todos os direitos fundamentais de intervenção democrática”, lê-se na nota. (portalangop.co.ao)

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