Combatentes de luta de libertação moçambicana defendem pensões mais justas

Filipe Nyusi, presidente moçambicano (Cristiana Soares)
Filipe Nyusi, presidente moçambicano (Cristiana Soares)
Filipe Nyusi, presidente moçambicano
(Cristiana Soares)

A cidade de Inhambane acolheu a segunda conferência nacional dos combatentes sob o lema ” reinserção sócio-económica do combatente, paz e unidade nacional” na qual foram defendidas pensões mais justas.

Os combatentes de luta de libertação nacional exigiram do governo moçambicano pensões mais justas para o grupo social que lutou pela independência do país como afirma o ministro dos combatentes, Eusébio Lambo, “os valores atribuídos aos combatentes é um valor insignificante e reclamo que haja um valor que possa corresponder ao actual custo de vida”. 

Actualmente a pensão mensal dos cerca de 10 mil combatentes de luta de libertação nacional varia entre os 15 e os 50 euros.

No terceiro e penúltimo dia de presidência aberta ao distrito da Massinga, na província de Inhambane, no sul de Moçambique, o chefe de Estado, revelou que a aprovação tardia do Orçamento do Estado no parlamento e a conjuntura internacional que tende para o aumento do preço dos principais cereais que Moçambique importa contribuiu para a definição de metas relativamente baixas para o primeiro ano de governação justifica Filipe Nyusi. Numa altura em que taxa de crescimento de 7,5% prevista para a economia de Moçambique em 2015 poderá ser revista em baixa para 6,5%, devido ao impacto das cheias que atingiram o país nas últimas semanas indica uma análise económica do Standard Bank Moçambique. (rfi.fr)

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