Benguela: Vigário considera sistema de ensino canal apropriado para divulgação dos valores humanos

Vigário da Diocese local, padre Eduardo Alexandre (Foto: Rosário Miranda)
Vigário da Diocese local, padre Eduardo Alexandre (Foto: Rosário Miranda)
Vigário da Diocese local, padre Eduardo Alexandre (Foto: Rosário Miranda)

O vigário da Diocese de Benguela, padre Eduardo Alexandre, considerou hoje, segunda-feira, o sistema de ensino e aprendizagem como canal mais apropriadas para se divulgar às famílias os valores humanos, culturais e espirituais.

Falando à imprensa, sobre o resgate dos valores morais e cívico, disse que uma das referências que há na sociedade é precisamente a identificação da cultura, que são os valores que sempre orientaram as famílias.

O padre referiu que uma vez identificados estes valores humanos, culturais e espirituais devem ser conhecidos e divulgados não só nos meios de Comunicação Social, mas estruturar em programas que passam por planos escolares.

” O caso da internet é condenável e reprovável a todo nível. Este e outros são indicadores de que algo anda mal na sociedade, porque todo bom e mau comportamento passa pelas famílias”, disse.

O vigário defendeu a necessidade de se pensar um pouco neste programa de desenvolvimento sustentável do país, das províncias e municípios e que estejam presentes estes resgates de valores que se ouve muitas vezes.

“O Presidente da República apelou para a na necessidade urgente de se resgatar os valores que nós temos”, lembrou o religioso.

Precisou ainda que haja um programa desde a terra idade, nos primeiros anos escolar até ao ensino superior para que este programa de resgate dos valores humanos, culturais e espirituais esteja presente.

Para Eduardo Alexandre, o processo de socialização é o meio tradicional e mais adequado através da qual uma geração passa a outra estes valores da paz, sobretudo porque as crianças que estão agora a crescer em ambiente hostil de violência nunca poderão promover e ser agentes da paz .

“A paz é valor dos valores, não podemos ir a nenhum lado se não tivermos paz. Os anos de guerra que tivemos foram testemunhas, de quanto a paz é um valor necessário, mas é um valor sempre em risco que é necessário defender e proteger, o que deve passar de geração em geração”, afirmou o vigário. (portalangop.co.ao)

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