Benguela: Governador convida empresários a investirem na província

Governador convida empresários a investirem na província (Foto: Miguel Arcanjo)
Governador convida empresários a investirem na província (Foto: Miguel Arcanjo)
Governador convida empresários a investirem na província (Foto: Miguel Arcanjo)

O governador provincial de Benguela, Isaac dos Anjos, convidou os empresários a investirem na província, visto que a região oferece condições para o efeito.

Isaac dos Anjos que falava na conferência sobre a posição de Angola face ao Acordo Ortográfico de 1990 (AO90) e seu impacto no contexto socio-económico, disse que a classe empresarial pode influenciar na diversificação da economia, atraindo mais investidores para Benguela.

O responsável afirmou que o governo provincial de Benguela tem desenvolvido diversos projectos no domínio do urbanismo, na área empresarial, pelo que convida os empresários a desenvolverem projectos nestas áreas.

“Temos lotes de terreno com dois a cinco hectares para serviços, comércio e outros projectos. Começamos com o alvará de loteamento e terminamos com o registo notarial”, disse Isaac dos Anjos, afirmando que Benguela está aberta para que mandem empresários a visitarem a província, pois as condições para o negócio estão férteis.

Referiu que Benguela, devido a sua posição geográfica, irá fazer do corredor do Lobito a “porta de entrada e saída” para o atlântico e a via de penetração para o interior do continente africano, favorecendo as economias da Zâmbia e da República Democrática do Congo.

“Porém se formos mais ousados e transformarmos, em parte, e exportá-los para os mercados da América do Norte, Europa e da Ásia, integrando-nos de facto no mercado mundial”, disse o governante afirmando que os produtos a transportar, numa primeira fase, serão as matérias-primas.

Deste modo, continuou, pode-se assumir uma posição de efectivos competidores, descomplexados perante grandes mercados, olhando o mundo não só na perspectiva do da competição, mas da exportação que gera excedente para o consumo doméstico.

O governador de Benguela lembrou que o mercado de expressão inglesa, alemã, portuguesa, árabe, e não só, luta por preservar a sua língua e exige que os produtos importados contenham uma nota explicativa na língua dos países de receptores.

Exemplificou que o Japão foi um dos países que muito fez nessa componente, abrindo escolas que adaptou até as suas marcas a uma forma fácil de escrita. (portalangop.co.ao)

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