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Accra, no Ghana, kinondoni, na Tanzânia e Praia, em Cabo Verde, são as cidades vencedoras da 1.ª Edição dos Prémios “Presidente José Eduardo do Santos”
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Accra, no Ghana, kinondoni, na Tanzânia e Praia, em Cabo Verde, são as cidades vencedoras da 1.ª Edição dos Prémios “Presidente José Eduardo do Santos”

(Foto: D.R.)

(Foto: D.R.)

Os vencedores da 1.ª Edição dos Prémios “Presidente José Eduardo do Santos” foram anunciados na noite de 30 de Abril,  em Talatona, Luanda, Angola. O prémio almeja celebrar o reconhecimento da liderança e da contribuição de profissionais autárquicos de grandes, médias e pequenas cidades.

Aos vencedores foi entregue um prémio monetário no valor total de US$ 350,000 para as suas respectivas cidades. À cidade de Praia, Cabo Verde (vencedora da categoria Pequenas Cidades) foi atribuído o valor de US$ 50,000; Kinondoni, na Tanzânia, recebeu o valor de $ 100,000 (categoria Médias Cidades) e à cidade de Accra, no Gana (categoria Grandes Cidades) foi atribuído o prémio monetário de US$ 200,000.

A cerimónia de entrega dos prémios e o jantar de gala foi presidida pelo Ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Edeltrudes Maurício Fernandes Gaspar da Costa, e contou com mais de 350 convidados, incluindo membros governamentais, líderes municipais, presidentes de câmara, vereadores, investidores e empresários. Este evento esteve integrado na organização do 2.º Fórum Sobre Investimentos em Infraestruturas Urbanas em África, que decorreu de  29 e 30 de Abril.

Segundo as palavras de Omar Bem Yedder, editor da revista African Business e entidade também responsável para co-organização do evento, esta iniciativa reconhece, celebra e premeia os líderes e os governadores que têm contribuído para a transformação de África numa metrópole em constante evolução.“As cidades vencedoras esta noite estão a ser geridas por pessoas que têm mostrado à sua comunidade capacidade de gestão e liderança. E, serão necessários mais exemplos de sucesso como estes e pensamento criativo e inovador para que as cidades futuras possam reflectir a cultura e a qualidade de vida desejada pelos seus habitantes. Os nossos líderes necessitam de estar cada vez mais próximos da população, e os vencedores desta noite mostraram as suas qualidades”.

As cidades vencedoras foram seleccionadas por um painel de jurados composto por  Jean Pierre Elong Mbassi, Secretário Geral União das Cidades e Governos Locais de África (UCLG-Africa),Tokumbe Omisore, Presidente da União Africana dos Arquitectos, Aisa Kirabo Kacyra, Secretária Geral Assistente e Directora Executiva Adjunta da UN Habitat, Vitor Leonel Miguel, Bastonário da Ordem dos Arquitectos de Angola e Gaetan Siew, Director do Sector da Construção e Indústria nas Maurícias-

Também durante a cerimónia, o Secretário – Geral União das Cidades e Governos Locais de África (UCLG-Africa), Elong Mbassi, realçou que “O Prémio Presidente José Eduardo dos Santos tem como objectivo elevar o perfil dos Presidentes de Câmara e Governadores de África, honrando aqueles que se destacam pelo magnífico trabalho desenvolvido junto das suas comunidades e que, de alguma forma, desenvolveram uma visão estratégica para aqueles que vivem na cidade, trabalham e viajam entre África. Todos os anos, exímios governantes e autarcas das grandes metrópoles (com 1,000,000 ou mais), das médias cidades (menos de um 1,000,000 e mais de 200,000 residentes) e das pequenas cidades africanas (até 200,000 residentes) terão a oportunidade de arrebatar o galardão, que este ano teve o alto patrocínio do Governo Angolano, da UN-Habitat, do Grupo IC Publications e a minha própria organização UCLG-Africa”.

Elong Mbassi acrescentou ainda que espera “que estes primeiros prémios sejam um incentivo de coragem para que todos os presidentes de câmara e governantes projectem nas suas cidades um trabalho contínuo e coerente, com o objectivo final o desenvolvimento sustentável das cidades urbanas africanas”.

Na sessão inaugural, a comissão organizadora contou com a participação de um artista angolano para desenhar uma peça única ao nível do design, da inspiração e unicidade. A peça representa coragem e convicção bem como todos os desafios que os governadores enfrentam todos os dias no continente do futuro, África. (African Press Organization)

 

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