A relevância da Juventude

(Foto: D.R.)
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A juventude continua a ser a força motriz para o processo de transformação em curso em Angola. É a juventude que contribui para o relevante desenvolvimento socioeconómico. É a juventude que garante o combate à fome e à pobreza através de acções concretas. É a juventude que assegura os sectores-chave da economia nacional, como a banca, finanças, petróleos, serviços, segurança interna e externa. É a juventude o garante do futuro de Angola.

“O futuro está nas vossas mãos e contamos convosco!”. Esta frase pronunciada pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, acaba por ser o resultado de todas as características da juventude enumeradas. O Chefe de Estado ao declarar aquelas palavras, na sessão de encerramento do fórum nacional da juventude, em Setembro de 2013, quando se dirigia aos jovens, demonstrava claramente a importância que a juventude tem para com os objectivos perseguidos, pois, Angola é um país com uma população maioritariamente jovem – cerca de 2/3 da população tem menos de 25 anos de idade.

O Executivo atribui importância capital à juventude, assumindo a sua dinâmica sociocultural, política e económica, reconhecendo o seu vigor enquanto recurso humano activo, como fundamentais à necessária perpetuação e reprodução social. É preciso que se lhe dê vários apoios, consubstanciados no ensino, na formação profissional e na cultura, no acesso ao primeiro emprego, no trabalho e na segurança social, assim como no acesso à habitação.

Com efeito, desde há 13 anos que o produto interno bruto (PIB) apresenta ritmos de crescimento verdadeiramente notáveis, registando uma taxa média de 9,2 por cento ao ano. O PIB per capita espelha uma realidade semelhante ao do PIB real, que cresce desde 2007, mantendo-se relativamente estável até 2009, ano em que coincidiu com a crise económica e financeira mundial.

O panorama económico global de Angola continua positivo, com um crescimento do PIB projectado em 5,1 por cento para 2015. Com este ritmo económico do país alcançado até aqui, a juventude coloca também “mãos” sobre os pilares, daí que se deve facilitar a inserção dos jovens no mercado de trabalho, melhorar a sua qualidade de vida, sobretudo a nível da sua condição de saúde e acesso à habitação.

Além disso, existem outros instrumentos de apoio à juventude, entre os quais se destaca o reforço do Fundo de Apoio à Juventude e ao Desporto e o regulamento do prémio nacional da juventude. Todas estas acções já estão contempladas no plano nacional de desenvolvimento da juventude (PNADEJ) 2014-2017 constituindo-se a base estruturante das políticas orientadas para a juventude, permitindo aos agentes públicos e privados alinharem estratégias, compreenderem mutualmente os seus objectivos e definirem acções comuns mais eficazes e coerentes.

O Executivo considera que a política da juventude é feita de forma transversal, sendo determinante para o desenvolvimento económico, social e cultural do país, através da articulação com os outros sectores, nomeadamente, o ordenamento do território, ambiente, agricultura, desenvolvimento rural, pescas, as infraestruturas, a educação, emprego e formação profissional. (jornaldeeconomia.ao)

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