Yola Semedo aponta afirmação cultural como ganho da independência

cantora angolana Yola Semedo (Foto: Francisco Miúdo)
cantora angolana Yola Semedo (Foto: Francisco Miúdo)
cantora angolana Yola Semedo (Foto: Francisco Miúdo)

A cantora angolana Yola Semedo considerou nesta terça-feira, em Luanda, que a independência nacional permitiu aos criadores angolanos levarem aos quatro cantos do país e ao mundo a identidade cultural angolana.

Falando à Angop sobre os benefícios dos 40 anos de independência de Angola a serem assinalados a 11 de Novembro, Yola Semedo frisou que a conquista da liberdade abriu portas para todos os angolanos, tendo, de um modo particular, incentivado os agentes culturais a um maior empenho, dedicação no desenvolvimento e afirmação da cultura angolana no mundo.

Yola Semedo firmou que foram muitos os ganhos nestas quatro décadas de independência, seja no capitulo social como no cultural, destacando a livre circulação, o crescimento e afirmação da cultural angolana.

A artista destacou o desenvolvimento dos meios de produção artísticos que foram adquiridos durante este tempo, que facilitou na organização dos eventos culturais ligado, sobretudo, a música, para além do resgate dos valores musicais.

Yola Semedo aferiu na sua intervenção que o resgate de Angola como nação independente foi o bem mais precioso de todos, sobretudo o convívio e amar Angola é um valor que não se troca por nada.

Yola Semedo, nascida em Benguela em 1978, é autora dos sucessos “Marido Infiel”, “Sentimento” e “Meu Amor”. É a artista angolana mais premiada com os galardões “Voz de Ouro de África” (1995), em representação de Angola no festival organizado pela Unesco, na Bulgária, e foi considerada a melhor voz feminina de Angola, por três vezes consecutivas (2000, 2006, 2007).

Ganhou o prémio de “Balada do ano (2006)” e de “Melhor intérprete feminina”, por duas vezes (2006 e 2007), “Diva do ano”, em 2007 e 2008, e conquistou a edição 2010 do “Top dos Mais Queridos”, uma realização da Rádio Nacional de Angola (RNA).

Tem no mercado “Diário de Memorias” e o Dvd 25 anos de carreira. (portalangop.co.ao)

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