Via de acesso ao novo aeroporto terá seis faixas de rodagem

Ministro da construção, Waldemar Pires Alexandre (Foto: Pedro Parente)
Ministro da construção, Waldemar Pires Alexandre (Foto: Pedro Parente)
Ministro da construção, Waldemar Pires Alexandre (Foto: Pedro Parente)

O ministro da Construção, Waldemar Pires Alexandre, anunciou hoje (quarta-feira), em Luanda, que a plataforma da principal via de ligação ao novo aeroporto internacional de Luanda comportará duas pistas com seis faixas de rodagem e duas de emergência.

O governante anunciou o facto à imprensa na sequência da visita de constatação das obras, realizada pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos.

O minstro fez saber que a via terá um separador central com dois metros e meio, bem como, como uma outra que vai albergar o tráfego local do lado contrário às vias ferroviárias.

De acordo com o governante, a rodovia contará com espaços reservados lateralmente para as redes técnicas que ficarão inseridas nos passeios.

Por outro lado, deu a conhecer que o novo aeroporto vai contar igualmente com sistema viário de acesso ao local, bem como outras vias complementares afectas aos sete eixos estruturantes identificados no Plano Director Geral Metropolitano de Luanda.

“Temos também as vias circulares que deveremos futuramente implementar”, sublinhou o ministro.

Waldemar Pires Alexandre acrescentou que a primeira via circular passará ao longo do rio Cambambe, dando início na Boavista e passando nas traseiras do aeroporto de Lunada e culminando na zona do Lar Patriota.

Considerou que a actual via periférica de Luanda será a segunda estrutura via periférica, enquanto a terceira estrada periférica, que se enquadra no sistema viário, interliga os três eixos na direcção sul, centro e norte.

Considerou que todas elas integram o sistema viário de ligação ao novo Aeroporto Internacional de Luanda.

A construção do novo aeroporto de Luanda arrancou em 2004, na comuna do Bom Jesus, a cerca de 40 quilómetros da capital, devendo ser concluído até 2017.

No lançamento do projecto tinha sido perspetivada uma cifra de 15 milhões de passageiros por ano. A longo prazo, o executivo angolano admite que será possível quadruplicar este tráfego, para os 60 milhões de passageiros. (portalangop.co.ao)

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