Reação: Passos diz que não pagou por “distração” e “falta de dinheiro”

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Embora não se alongue muito nas declarações que faz acerca do seu histórico fiscal entre 2003 e 2007, Passos Coelho reconhece que já entregou declarações e pagamentos “fora do prazo e com coimas e juros”.

Pedro Passos Coelho recusou fazer um “striptease” às suas contas bancárias e, mesmo não revelando muito sobre o seu histórico fiscal, reconhece que “houve anos” em que entregou a declaração e fez pagamentos “fora do prazo com coimas e juros”.

Mas porquê? “Umas vezes por distração, outras por falta de dinheiro”, disse o governante em declarações ao semanário SOL.

O primeiro-ministro rejeita, porém, que tenha tido “qualquer tratamento de exceção” e assegura que não deixou de “saldar contas” e que não recorreu a “contestação nem a manobras dilatórias”.

Ao SOL, Passos Coelho diz ainda que nunca viu “interesse em conservar papéis anos a fio”, principalmente relativos a situações que, frisa, “ficaram regularizadas”.

“Não guardo memória dos números de processo nem de valores”, destaca.

A dívida de Pedro Passos Coelho à Segurança Social (SS) foi noticiada pelo jornal Público, que dá conta de um valor na ordem dos 5.016 euros, correspondentes aos anos entre 1999 e 2004, altura em que o atual primeiro-ministro se encontrava como trabalhador independente.

Entre 2003 e 2007, terão sido emitidos cinco processos de execução fiscal a Passos que, escreve o SOL, terão encerrado desde 2007, estando a dívida já saldada. (noticiasaominuto.com)

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