Promotor argentino apela de decisão de juiz que rejeitou denúncia contra Kirchner

O promotor Gerardo Pollicita (Foto de PEDRO LAZARO- FERNANDEZ/AFP)
O promotor Gerardo Pollicita (Foto de PEDRO LAZARO- FERNANDEZ/AFP)
O promotor Gerardo Pollicita (Foto de PEDRO LAZARO- FERNANDEZ/AFP)

O promotor argentino que retomou a denúncia de seu falecido colega Alberto Nisman apelou nesta quarta-feira da decisão de um juiz que rejeitou, por considerar inconsistente, a acusação contra a presidente Cristina Kirchner de acobertar iranianos no atentado anti-semita de 1994, informou a promotoria.

A apelação foi apresentada pelo promotor federal Gerardo Pollicita ante o gabinete do juiz Daniel Rafecas, que na quinta-feira passada rejeitou a denúncia contra a presidente argentina.

Segundo fontes judiciais, Pollicita alega que o magistrado se apressou em sua decisão.

No último dia 26, Rafecas rejeitou a denúncia apresentada pelo falecido promotor Alberto Nisman contra a presidente Cristina Kirchner por “inexistência de delito”, segundo a sentença de 63 páginas.

Quatro dias antes de morrer com um tiro na cabeça em seu apartamento, Nisman acusou Kirchner, seu chanceler Héctor Timerman e pessoas próximas ao governo de ter acobertado os acusados iranianos pelo atentado à AMIA.

A morte de Nisman ocorreu um dia antes de ele explicar sua denúncia a uma comissão do Congresso argentino. (afp.copm)

 

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