Portugal no Conselho de Direitos Humanos «pode ser vantagem»

(Diário Digital)
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Apesar da «relativamente reduzida» capacidade de influência de Portugal «à escala global», a presença no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, durante três anos, «pode ser uma vantagem», reconhecem organizações da sociedade civil.

A propósito da 28.ª sessão do Conselho de Direitos Humanos, que hoje começa em Genebra, na Suíça, Teresa Pina, diretora executiva da Amnistia Internacional, elogia a «carta de intenções» de Portugal, mas diz que, «para dar o exemplo», é preciso «arrumar a casa» primeiro.

Recordando que, na prática, os casais de pessoas do mesmo sexo e a comunidade cigana, por exemplo, continuam a ser alvo de discriminação em Portugal, Teresa Pina destaca que não basta ser «bom aluno» na «adesão aos tratados mais importantes» de direitos humanos, se «depois, na prática, é mais difícil fazer cumprir as obrigações internacionais». (diariodigital.pt)

por Diário Digital / Lusa

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