Huíla: Incremento na produção de galináceos depende de fábricas de rações

(Foto: Arquivo/Pedro Parente)
(Foto: Arquivo/Pedro Parente)
(Foto: Arquivo/Pedro Parente)

O governo provincial da Huíla vai incentivar a construção de fábricas de produção de ração, para que haja um incremento significativo na criação de galináceos e consequentemente exportar ovos, garantiu hoje, no Lubango, o director provincial da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Lutero Campos.

Em entrevista à Angop, a propósito das políticas do sector, Lutero Campos afirmou que na década de 90 a Huíla foi uma potência no fabrico de ração, o que permitia exportar para os países vizinhos como Namíbia e Zâmbia.

“Tínhamos fábricas no município da Matala, Lubango, Quilengues e Caluquembe que produziam quantidades suficientes de rações, que se revertiam para o aumento da produção de galináceos”, disse.

“ Nós herdamos um parque industrial avícola de cerca de 100 mil aves/bicos até em 1992. Tinhamos uma associação que produzia aves e ovos em grande escala, e que competia com o mercado internacional”, continuou.

Disse ser necessário que se reactivem as fábricas antigas e se construam novas para se desenvolver a produção de ovos e outros produtos derivados de galináceos, assim como promover um preço baixo destes produtos ou uniformizá-los.

Segundo disse, a província da Huíla tem adquirido, actualmente, aves a partir do Cuanza Sul e Luanda, mas que as mesmas sentem dificuldades por não existir alimento suficiente para sustentar os aviários.

Lembrou que na província da Huíla existem dois aviários localizados nos municípios da Chibia e Lubango, onde estão fixadas mais de 50 mil galinhas e que produzem cerca de dois milhões de ovos/mês. (portalangop.co.ao)

DEIXE UMA RESPOSTA