Freitas do Amaral “Só nas monarquias, o rei podia designar o seu sucessor”

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Diogo Freitas do Amaral comentou o perfil traçado por Cavaco Silva para o seu sucessor. Ao longo do discurso, e sem dar certezas, o ex-candidato presidencial parece colocar Marcelo Rebelo de Sousa como favorito.

Diogo Freitas do Amaral, em declarações feitas ao Diário Económico, assume discordar de Cavaco Silva depois de o Presidente ter traçado o perfil do candidato que considera adequado a seu sucessor.

Na opinião do ex-candidato presidencial, “só nas monarquias é que o rei podia designar o seu sucessor, em caso de dúvida. Portugal já celebrou 100 anos de República”.

Cavaco Silva sugeriu que “nos tempos que correm os interesses de Portugal no plano externo só podem ser eficazmente defendidos por um Presidente da República que tenha alguma experiência no domínio da política externa”. Uma opinião a que Diogo Freitas do Amaral se opõe: “Não considero essencial, nem a Constituição o diz, que um candidato a Presidente da República possua experiência de contatos internacionais”.

Freitas do Amaral sustenta que para ser Presidente “basta que” o próximo Presidente “como professor, analista ou comentador – possua conhecimentos sobre a vida internacional”.

Segundo o Diário Económico, a enumeração “professor, analista ou comentador”, poderá ser um sinal de apoio, mesmo que indireto, a Marcelo Rebelo de Sousa. Contudo, o ex-presidente da Assembleia-Geral da ONU afirma que “ainda é muito cedo para avançar com nomes”. (noticiasaominuto.com)

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