EUA: Preso em NY agressor sexual do metro filmado por passageiro

Em 20 de outubro de 2012, uma jovem de 21 anos dormia no metro em Nova York quando um homem colocou a mão sob sua saia e a acariciou. Um passageiro filmou a agressão sexual (Foto de Spencer Platt/Getty/AFP/Arquivos)
Em 20 de outubro de 2012, uma jovem de 21 anos dormia no metro em Nova York quando um homem colocou a mão sob sua saia e a acariciou. Um passageiro filmou a agressão sexual (Foto de Spencer Platt/Getty/AFP/Arquivos)
Em 20 de outubro de 2012, uma jovem de 21 anos dormia no metro em Nova York quando um homem colocou a mão sob sua saia e a acariciou. Um passageiro filmou a agressão sexual (Foto de Spencer Platt/Getty/AFP/Arquivos)

Em 20 de Outubro de 2012, uma jovem de 21 anos dormia no metro em Nova York quando um homem colocou a mão sob sua saia e a acariciou.

Os outros passageiros não reagiram no momento, mas um deles filmou a agressão sexual. O vídeo acabou em sites de pornografia.

Agora, depois de dois anos e de uma campanha online iniciada pela vítima, um dos suspeitos finalmente foi preso.

Durante a agressão, a vítima, Elisa Lopez, continuou dormindo, sem se dar conta do que estava acontecendo.

Quando acordou, bateu na cara do agressor e correu para fora do trem, no centro de Manhattan.

Somente quando um amigo ligou para dizer que um vídeo dela circulava na Internet, Lopez se deu conta do alcance do ataque.

Sem que ela soubesse, um passageiro filmou o abuso com o telefone celular e enviou o vídeo para o YouTube, sites pornográficos e até mesmo de notícias.

“Eu não podia acreditar!”, disse Elisa à revista “Cosmopolitan”, em entrevista concedida em Dezembro passado. “Essa não pode ser eu. Me deu um embrulho no estômago, comecei a gritar, estava histérica”, relatou.

Ela lançou uma campanha nas redes sociais para tentar encontrar o agressor, antes das tentativas frustradas da polícia.

Na semana passada, a polícia prendeu Carlos Chuva, de 43 anos, do bairro Queens, e o acusou de abuso sexual pelo incidente.

Elisa disse que está “cansada de ter medo” e que o que “mais a espanta” é saber que as pessoas poderiam tê-la ajudado.

O passageiro que filmou o incidente foi criticado por não fazer mais nada, mas ele argumenta que tentou acordar a vítima.

“Havia dez pessoas no trem que não fizeram nada. Eu fui quem mais fez”, declarou ele. (portalangop.co.ao)

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