Cuanza Norte: Responsável admite que OMA quer transformara mês de Março em jornada de reflexão

Cuanza Norte: Militantes da Oma (Foto: Diniz Simão)
Cuanza Norte: Militantes da Oma (Foto: Diniz Simão)
Cuanza Norte: Militantes da Oma (Foto: Diniz Simão)

A secretária municipal da Organização da Mulher Angolana (OMA) no Golungo-Alto, província do Cuanza Norte, Suzana Francisco Sabe José,admitiu hoje, segunda-feira, que a sua organização encontra-se empenhada na transformação do mês de Março numa autêntica jornada de reflexão em prol da participação da mulher no processo de reconstrução e desenvolvimento do país.

Suzana Francisco falava durante o acto municipal alusivo ao 2 de Março, dia da mulher angolana, aludindo que a OMA no Golungo-Alto encontra-se empenha na contínua mobilização das mulheres para a sua participação cada vez mais activa no processo de desenvolvimento da nação.

Referiu que a mulher desempenha um papel no seio familiar como mãe, esposa, conselheira, educadora e contribui de forma eficaz para o seu bem estar e o desenvolvimento da sociedade.

A responsável da organização feminin, salientou que a comemoração do 2 de Março ocorre numa altura em que os resultados do censo geral da população e habitação realizado em 2014, apontam que 52 porcento dos cidadã de Angola são mulheres, considerando que os dados constituem um facto de grande responsabilidade para a organização, sobretudo no resgate dos valores cívicos, éticos, culturais e morais, bem como na exaltação da cidadania e promoção de uma cultura de paz.

Referenciou que o secretariado municipal da OMA no Golungo-Alto tem actualmente inscritas nas suas fileiras, cinco mil e 118 mulheres distribuídas em 87 secções.

Já no município de Quiculungo, o 2 de Março marcado com a realização de um acto de massas presidido pelo primeiro secretário municipal do MPLA, João Tenje Senga que na ocasião destacou o papel das mulheres angolanas na defesa da pátria e integridade territorial.

Realçou o facto que desde a heróica luta de resistência do povo angolano contra o colonialismo português, a mulher esteve sempre ao lado do homem, colocando as suas capacidades, inteligência e competências em prol da soberania do país. (portalangop.co.ao)

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