Bié: Responsável apela população a evitar compra de medicamentos no mercado informal

Mercado Informal (Foto: Clemente dos Santos)
Mercado Informal (Foto: Clemente dos Santos)
Mercado Informal (Foto: Clemente dos Santos)

O director da saúde no município do Cunhinga, província do Bié, Diamantino Esperança, apelou a população, nesta terça-feira, no sentido evitarem a aquisição de medicamentos e outros meios gastáveis no mercado informal, alertando que podem agravar a doença ou causar a morte do paciente.

Em declarações hoje a Angop, sobre o assunto, o responsável sublinhou que a compra de medicamentos nas ruas representa um perigo para a saúde, pelo facto do cidadão não saber a origem do fármaco e o seu estado de conservação.

À venda de medicamentos, segundo ele, deve ser feita por técnicos formados geralmente em farmacologia, e não apenas por curiosos e que desejam obter lucros em detrimento do sofrimento ou ignorância do paciente.

Disse ainda que os medicamentos ao entrarem no país apresentam o selo da origem ou do laboratório, que somente os distribuidores autorizados pela Direcção Nacional de Medicamentos, podem adquirir e colocar os fármacos no mercado nacional, através das unidades sanitárias e farmácias.

“O lugar para a conservação do medicamento deve ser somente na farmácia, sobretudo devido a conservação do produto, técnicas de manuseamento e os efeitos colaterais dos mesmos junto do enfermeiros e pacientes”. elicidou.

O município do Cunhinga situa-se a 30 quilómetros a norte da cidade do Cuito (Bié), possui uma população estimada em 69 mil 238 habitantes e controla 12 unidades sanitárias.

A malaria, doenças diarreicas e respiratórias agudas, febre tifoide, parasitose intestinal, reumatismo, diabetes, infecções de transmissão sexual e outras são as enfermidades mais tratadas àa nível das unidades hospitalares do município do Cunhinga. (portalangop.co.ao)

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