Bié: Psicóloga pede diálogo para reduzir gravidezes

Bié: Claudina Jamba Sandande - Psicóloga (Foto: Leonardo Castro)
Bié: Claudina Jamba Sandande - Psicóloga (Foto: Leonardo Castro)
Bié: Claudina Jamba Sandande – Psicóloga (Foto: Leonardo Castro)

A psicóloga Claudina Jamba Sandande considerou nesta sexta-feira, na província do Bié, que a problemática da gravidez precoce em raparigas menores de 18 anos de idade deve-se à insuficiente atenção, amparo e diálogo dos pais e encarregados de educação.

Em declarações à Angop, sustentou que a atitude de alguns chefes de família, concernentes a estes casos (gravidez na adolescência), tem sido um dos principais factores da desestruturação das famílias.

De acordo com a especialista, o papel dos pais e encarregados de educação é fundamental, primando essencialmente pela conversa com os filhos sobre a consequência em antecipar a prática do sexo desprotegido entre os adolescentes.

Referiu que uma gravidez precoce acarreta riscos, como pré-eclâmpsia e eclâmpsia, parto prematuro, bebé com baixo peso e subnutrido, complicações de parto que pode levar a uma cesariana ou até a morte da parturiente.

Alertou que uma adolescente gestante com baixo peso pode correr o risco de ter uma gravidez de alto risco obstétrico (45 quilos), pelo facto de ainda não atingir a idade gestacional.

Caracterizou, por outro lado, a adolescência como uma fase que transcorre entre a infância e a idade adulta, em que as transformações físicas, biológicas e psicológicas influenciam no aparecimento de comportamentos imaturo, incapazes de responsabilizar-se de um bebé. (portalangop.co.ao)

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