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Usuários de “Angola Online” preferem pesquisa acadêmica
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Usuários de “Angola Online” preferem pesquisa acadêmica

Largo da Igreja de Fátima, onde existe um dos pontos de navegação grátis de Internet (Foto: Lino Guimaraes)

Largo da Igreja de Fátima, onde existe um dos pontos de navegação grátis de Internet (Foto: Lino Guimaraes)

Os usuários de internet sem fio grátis dos locais públicos “Angola Online”, em Luanda, ocupam a maior parte dos 60 minutos disponíveis em pesquisas académicas e os restantes em lazer – apurou hoje a Angop.

A Angop constatou que nessses pontos públicos de acesso à interenet wi-fi ( internet sem fios) grátis os usuários, por exemplo, no pátio do Centro Nacional de Investigação Científica (CNIC) dedicam parte do seu tempo em pesquisas acadêmicas, o que se justifica pelo facto de o local ser rodeado de faculdades.

Em declarações à Angop, os internautas explicaram não terem tempo de se
entreter com outras coisas senão com as suas áreas de formação.

Para o estudante de Arquitectura Joel de Almeida, um dos mais de uma dezena que falou à Angop, poucas vezes acede às redes sociais, por a arquitectura requerer muita atenção do estudante e não se compadecer com erros.

O estudante de informática do Instituto Alda Lara Alberto dos Prazeres, beneficiário do sinal de wi-fi no Largo da Independência, diz que doseia o tempo disponível em investigação e redes sociais.

Adiantou concordar com a limitação do tempo de uso da conta por permitir
a entrada de mais usuários no sistema.

O Programa “Angola Online”, do Centro Nacional de Tecnologia de Informação (CNTI) afecto ao Ministério das Telecomunicações, foi lançado a 30 de Agosto de 2014, no Largo da Independência. Actualmente, outros espaços abertos têm disponíveis redes WI-FI.

O projecto “Angola Online” terá um portal de informação e divulgação de forma a notificar os cidadãos da sua usabilidade.

As previsões apontam para a implementação total de cerca de 20 pontos de acesso à Internet na capital angolana. A iniciativa deverá ser depois alargada às restantes províncias.

A Angop apurou que nos locais mais próximos às instituições escolares, os usuários dedicam-se à pesquisa académica e em outros os internautas usam o sinal mais para lazer.

Cada um destes pontos permite até 60 acessos em simultâneo. As previsões apontam para que o projecto beneficie diariamente aproximadamente 30 mil pessoas. (portalangop.co.ao)

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