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Polícia Nacional apresenta autor da morte de cidadã portuguesa
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Polícia Nacional apresenta autor da morte de cidadã portuguesa

Policia Nacional de Angola (RNA)

Policia Nacional de Angola (RNA)

O comando provincial de Luanda da Polícia Nacional apresentou hoje, terça-feira, nesta cidade, o responsável pela morte da cidadã portuguesa Rita Cristina Fernandes, encontrada morta no interior da sua viatura no município de Cacuaco, no passado mês de Janeiro.

O autor do crime, identificado apenas como Antunes, explicou que ligou para a senhora de nacionalidade portuguesa para que esta fosse ao seu encontro no escritório, nas imediações do bairro da Maianga, para abordar assuntos de interesse dos dois, uma vez que Rita Fernandes foi sua chefe numa outra empresa.

Antunes disse que quando a vítima chegou no local combinado exigiram que a mesma fornecesse os dados de acesso ao BFA.Net para a transferência de valores da conta da portuguesa para a dele, bem como a cedência do seu número de conta para facilitar algumas movimentações, uma vez que ele tinha conhecimento da facturação por já ter trabalhado com Rita Fernandes.

Como Rita Fernandes mostrou resistência, explicou o autor do crime, a vítima foi amarrada, posteriormente violada e introduziu-se um carregador de munições de AKM nos órgãos genitais, situação que causou a morte. Depois de morta tiveram que abandonar o corpo no município de Cacuaco, porque o escritório não possuía condições de conservação.

O comando provincial da Polícia Nacional fez também a apresentação do autor do roubo de três milhões de Kwanzas a uma cidadã angolana depois desta levantar da agência do Banco de Poupança e Credito (BPC), nas imediações da Igreja da Sagrada Família.

Segundo a polícia, os assaltantes contaram com a colaboração de um parente dos meliantes que é funcionário da referida dependência do BPC.

Entre os detidos apresentados pelo órgão de segurança, constam um homem que realizou mais de 100 roubos em cantinas no bairro da Fubu e arredores, em que os proprietários dos estabelecimentos comerciais era obrigados semanalmente a entregar cinco mil kwanzas e alguns cartões de recargas das redes telefónicas Movicel e Unitel.

A Polícia Nacional, durante a operação Ombenbwa que durou cerca de 90 dias, fez a apreensão de 30 viaturas roubada e a detenção de mais de 40 meliantes, considerados altamente perigosos. (portalangop.co.ao)

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