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Bié: Governador apela pais a terem maior responsabilidade na educação dos filhos
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Bié: Governador apela pais a terem maior responsabilidade na educação dos filhos

Álvaro Manuel Boavida Neto- Governador do Bié (Foto: Leonardo Castro)

Álvaro Manuel Boavida Neto- Governador do Bié (Foto: Leonardo Castro)

O Governador da província do Bié, Álvaro Manuel de Boavida Neto, apelou hoje (domingo), no Cuito, a necessidade dos pais e encarregados de educação reforçarem atenção na educação e formação dos filhos, visando garantir a humanização das famílias e de tornar Angola um país cada vez mais digno de se viver.

O governante, que falava no culto de Acção de Graças, no âmbito do encerramento da XV Assembleia Provincial da Igreja Evangélica Congregacional em Angola (IECA) no Bié, reiterou a necessidade de os progenitores serem mais responsáveis no apoio e acompanhamento dos filhos.

Disse que se os pais assumirem um coração de paz e o papel de primeiros educadores, mormente no trabalho de moralização, neutralização da violência e da evangelização na vida famílias, muitos actos nocivos seriam prevenidos, deste modo a humanidade teria um rumo seguro e paz espiritual para os seus habitantes.

Para Boavida Neto, os pais devem educar os filhos para a civilização do amor, a prática da caridade e outras vertentes nobres da humanidade, sobretudo, na busca do amor para com próximo, salientando que acção permitirá que eles (filhos) comecem a amar-se verdadeiramente e respeitar a vida.

Ressaltou ainda que, não se educa melhor sem darmos bons exemplos, já que o amor dos pais inspira sentimento de serenidade, daí acrescentou os progenitores devem acautelar-se nas suas actitudes do quotidiano, essencialmente diante das crianças.

“A moralização, a neutralização da violência, evangelização da família passa portanto pela regularização das próprias famílias, no melhoramento da conduta e comportamentos da qual o amor, unidade e a estabilidade do casamento são a garantia da felicidade das famílias e da sociedade no geral”, disse.

“As crianças que crescem no ambiente de tenção no seio familiar, levam consigo ressentimentos e frustrações que os compromete a coabitar pacificamente com outros no decorrer de suas vidas”, concluiu. (portalangop.co.ao)

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