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Basquetebol: Angola em jeito de treino “cilindra” Ilhas Seychelles
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Basquetebol: Angola em jeito de treino “cilindra” Ilhas Seychelles

Olímpio Cipriano (Foto: Cortesia da FIBA)

Olímpio Cipriano (Foto: Cortesia da FIBA)

Bulawayo, Zimbabwe – A selecção nacional sénior masculina de basquetebol aproveitou o jogo de hoje (quinta-feira), frente à sua congénere das Ilhas Seychelles, para efectuar mais um ?treino? e vencer de forma absolutamente convincente por demonstrativos 103-48.

Angola está já apurada aos Jogos Africanos de Setembro próximo em Brazzaville, na República do Congo.

Os comandados de Emanuel Trovoada, de forma descontraída, geriram a partida como muito bem entenderam e podiam mesmo ter construído um resultado mais dilatado não fosse, a determinada altura da partida, terem resolvido enveredar por uma série de floreados exibicionais que nem sempre lhes saíram com o devido rigor que a técnica exige.

A ilustrar as facilidades encontradas pelo “cinco” nacional basta atentar no facto de durante o segundo período a formação das Ilhas Seychelles apenas ter conseguido marcar dois pontos.

No final do primeiro período Angola vencia por 30-10 e chegou ao intervalo com vantagem de 58-12.

O terceiro e quatro períodos foram aproveitados por Emanuel Trovoada para rodar os jogadores que, até então, menos havia utilizado neste torneio de apuramento aos jogos africanos, como Carlos Cabral (ASA), Miguel Kiala (Inter), Valdelício Joaquim (Libolo) e Pedro Basto (Petro).

Todos se esforçaram afincadamente, tentando dar o que de melhor sabem mas, em defesa da verdade, se deve referir que não fizeram esquecer aqueles que costumam ser os habituais eleitos do técnico quando os jogos exigem maior rigor técnico e táctico, aspectos onde Armando Costa, Reggie Moore, Edson Ndoniema, Eduardo Mingas e Joaquim Paulo mostraram, em Bulawayo, estar um patamar acima dos restantes colegas.

Angola despede-se sexta-feira da competição e de Bulawayo, defrontando a formação do Zimbabwe, a partir das 13 horas de Angola, com a certeza de já ter, antecipadamente, conseguido “carimbar” o “passaporte” que lhe permite estar presente no Africano da modalidade este ano em Brazzaville.

Este torneio de apuramento, entretanto, apenas termina no sábado, altura em que o Zimbabwe e a África do Sul discutirão o segundo lugar, classificação que nada adiantará, pois apenas o primeiro classificado, Angola, apura-se ao Africano.

A chegada da equipa a Luanda está prevista para o final da tarde de sábado, depois de ter passado uma noite na cidade de Harare.  (portalangop.co.ao)

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