Uíge: Secretário de Estado para Serviços Prisionais trabalha na província

José Bamóquina Zau - Secretário de Estado para os Serviços Prisionais (Foto:ANGOP)
José Bamóquina Zau - Secretário de Estado para os Serviços Prisionais (Foto:ANGOP)
José Bamóquina Zau – Secretário de Estado para os Serviços Prisionais (Foto:ANGOP)

O secretário de Estado para Serviços Prisionais, José Bamoquina Zau, encontra-se desde terça-feira, na província do Uíge, em visita de trabalho de 72 horas, para radiografar o funcionamento dos órgãos do Ministério do Interior sob sua tutela.

Falando à imprensa após a sua chegada a província, José Bamoquina Zau afirmou que o Uíge encontra-se entre as regiões prioritárias na estratégia do Ministério do Interior no que concerne ao combate a migração ilegal.

Referiu ainda que uma atenção especial é igualmente prestada ao trabalho para a redução da sinistralidade rodoviária na região.

“Nesta visita vamos também fazer a avaliação da situação no âmbito do processo de humanização das cadeias, uma vez que foi divulgado um projecto ambicioso denominado  Novo rumo e novas oportunidades”, sublinhou.

O Secretário de Estado para os Serviços Prisionais acrescentou que, no quadro da humanização das cadeias, o projecto vai trazer uma mais-valia para a província.

Explicou que, neste quadro, é na base deste espírito que a actividade da nova cadeia no município de Negage, a 37 quilómetros a nordeste da cidade do Uíge, construída de raiz na localidade do Kindoqui e com capacidade para 650 vaga, se desenvolverá.

Para ele, a entrada em funcionamento da nova cadeia  vai,  de certo modo,  inverter o quadro actual em que se encontra a província, recordando que a execução da infra-estrutura iniciou no ano transacto.

Fez saber que a nova cadeia do Kindoqui terá uma área produtiva,  onde será lançada uma fábrica de processamento de fuba de bombó, tendo sublinhado que o gesto  vai ajudar o trabalho na recuperação dos presos quanto a produção de alimentos.

Referiu também que a cadeia do Kindoqui vai contar como uma área de artes ofícios, com vista a ajudar o processo de aprendizagem dos reclusos,  facilitando-lhes o processo de reinserção social.

Avançou ainda que o quadro actual dos prisioneiros na província é de 640 reclusos, admitindo,  entretanto, que a situação da criminalidade na região regista um nível que não oferece inquietações. (portalangop.co.ao)

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