Secretário de Estado apela maior disciplina dos reclusos

José Bamukina Zau (Foto: ANGOP)
José Bamukina Zau (Foto: ANGOP)
José Bamukina Zau (Foto: ANGOP)

Ndalatando -O secretário de Estado para os Serviços Penitenciários do Ministério do Interior (Minint), José Bamukina Zau apelou, sexta-feira, aos reclusos internados na principal unidade penitenciária do Kwanza Norte, a pautarem pela disciplina e observância das normas dos serviços prisionais.

Segundo José Bamukina Zau, dessa forma vão granjear vão poder se rapidamente se reenquadrar socialmente, após o cumprimento das penas a que estão sujeitos.

O responsável proferiu tal depoimento no quadro de uma visita de 24 horas que efectou ao Kwanza Norte para avaliar o funcionamento dos serviços prisionais, apelando os reclusos a reflectirem sobre os delitos cometidos.

Apelou, igualmente, os reclusos a reflectirem sobre as consequências dos referidos delitos e o que representam para sociedade, evitando cometer os mesmos erros.

O responsável mostrou-se, por outro lado, preocupado com o facto da população penal da província ser constituída maioritariamente por jovens considerada a principal mão de obra para a reconstrução e desenvolvimento do país.

José Bamukina Zau disse ser importante que a juventude evite envolver-se em comportamentos contrários à lei e que a falta  de emprego nunca deve constituir motivo para a prática de crimes, pois o ser humano é dotado de iniciativas e criatividades capazes de lhe conferirem um modo de vida culto e honesto com base do seu trabalho, até no campo.

Destacou o  o facto da Comarca do Kwanza Norte dispor de infra-estrutura condigna e que garante condições de acomodação satisfatórias para a população penal internada no referido estabelecimento.

“Constatamos tratar-se de uma infra-estrutura muito boa com condições de higiene aceitáveis, pelo que podemos dizer que há uma certa serenidade no processo de humanização dos reclusos”, sublinhou.

O secretário de estado informou também que o seu organismo dará seguimento às inquietações dos reclusos no sentido de se encontrarem soluções para alguns problemas que ainda persistem na instituição.

Entre as principais preocupações apresentadas  pelos reclusos, destacam a falta de disponibilização das cópias das sentenças, atrasos na marcação de julgamentos e morosidade na tramitação dos processos em juízo.

Com uma capacidade de 300 reclusos, a comarca do Kwanza Norte conta neste momento com uma população penal constituída por  445 presidiários, dos quais  321 já condenados quais condenados. (portalangop.co.ao)

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