OMA pretende apoio da Noruega no ramo da formação de mulheres

Secretária geral da OMA, Luzia Inglês (ANGOP)
Secretária geral da OMA, Luzia Inglês (ANGOP)
Secretária geral da OMA, Luzia Inglês (ANGOP)

Luanda – A secretária geral da Organização da Mulher Angola (OMA), Luzia Inglês Van-Dúnem “Inga” informou, nesta terça-feira, que conta com o apoio da Noruega para a implementação de acções de formação de mulheres em vários domínios.

Num encontro, que manteve com a embaixadora da Noruega, Ingred Ofstad, Luzia Inglês deu a conhecer os projectos que a OMA tem em carteira nos vários domínios de desenvolvimento da mulher e a pretensão da assinatura de acordos de cooperação técnica para realizar acções educacionais.

Um dos assuntos aflorados foi  o redimensionamento dos centros de formação feminina e de aconselhamento jurídico, o empreendedorismo, bem como sobre a criação da casa de refúgio para vítimas de violência doméstica.

No encontro, Luzia Inglês fez um breve historial sobre a OMA, as prioridades da organização nas areas de protecção social e empoderamento das mulheres  e das actividades que tem realizado em prol do bem-estar político, social, económico e cultural das mulheres angolanas.

Por seu turno, a embaixadora falou da experiência das mulheres do seu país, em termos de luta pela emancipação, exemplificando que no governo atingiram a meta dos 40 por cento, sendo uma delas, primeira-ministra.

Ingred Ofstad sublinhou que apesar dos ganhos políticos, as mulheres norueguesas, no sector económico ainda almejam outros interesses, mas não descartou a possibilidade de haver alguns acordos de cooperação com a OMA.

Num encontro com a embaixadora da Venezuela, Lourdes Martinez, a secretária-geral da OMA falou igualmente da necessidade de cooperação na área de formação de quadros femininos, mormente na saúde , educação, ciências políticas e agrónomas.

Luzia Inglês sublinhou a possibilidade de se firmar alguns acordos, principalmente para a formação de mulheres organizadas em cooperativas agrícolas.

Por seu turno a embaixadora da Venezuela disse que após seis anos o seu país abre a embaixada em Angola e por felicidade está a ser dirigida por uma mulher. Acrescentou que esta visita para além de cortesia serviu para fortalecer os laços de amizade entre as mulheres do seu país e as de Angola, augurando que os mesmos sejam cada vez mais forte. (portalangop.co.ao)

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