Moçambique: Guebuza diz que não há espaço para dois exércitos

Gebuza em Sofala (DR)

 

Gebuza em Sofala (DR)
Gebuza em Sofala (DR)

Numa mensagem clara à Renamo, PR diz que a Constituição só acomoda as FADM.

Em plena tensão político militar que se vive no país, com particular destaque para a região centro, Armando  Guebuza iniciou ontem a sua Presidência aberta e inclusiva na província de Sofala. Curiosamente, enquanto orientava um comício popular bastante concorrido e que teve lugar no bairro da Manga, chegava ao local a notícia de que as Forças Armadas de Defesa de Moçambique tomaram de assalto a base de Santungira, a qual albergava, até então, o líder da Renamo, Afonso Dhlakama.

Perante centenas de cidadãos que acorreram ao campo de Chingussura, Armando Guebuza centrou o seu discurso na actual situação política. E garantiu aos populares que não existe nada no acordo de Roma que não tenha sido de mútuo acordo entre as partes.

“Em Roma reafirmamos a necessidade de haver vários Partidos Políticos, de tal maneira que todos os pontos do acordo foram colocados na Constituição da República de Moçambique. Concluído isto, voltamos à normalidade em 1994 com as primeiras eleições gerais”, Frisou Guebuza. Em face disso, o Presidente da República defendeu que a Constituição ”não admite que haja dois exércitos, duas ordens em Moçambique”. (opais.mz)

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