Ministro dos transportes exorta empresas públicas a primarem pela boa gestão financeira

Augusto Tomás - Ministro dos Transportes (Foto: Rosário)
Augusto Tomás - Ministro dos Transportes (Foto: Rosário)
Augusto Tomás – Ministro dos Transportes (Foto: Rosário)

Namibe – O ministro dos transportes, Augusto Tomás, exortou às empresas públicas do seu sector, a necessidade de se organizarem do ponto de vista de gestão financeira, com vista a ajudar o país a atingir a meta que vai acima dos dois dígitos da sua economia.

O ministro que falava hoje, nesta cidade, durante a cerimónia de encerramento do conselho consultivo, que decorreu de 24 a 25 do corrente mês, sob lema “transportes e logística num só lugar”, salientou que o sector dos transportes joga um papel importante na balança económica, devendo assim as empresas públicas primarem pelo rigor e zelo no rendimento.
Augusto Tomás mencionou alguns vectores fundamentais pelos quais o executivo angolano quer se apoiar para diversificar a economia do país, para valorizar a posição geo-estratégica de Angola e da região da Sadc, tais como os corredores rodoviários, fluviais, marítimos, ferroviários, portuários e aéreos.
Sobre os corredores transversais, o ministro apontou o corredor do desenvolvimento de Cabinda com ligação com a província do Zaire, pela via marítima fluvial, que vai suportar o projecto de rede de cabotagem do norte de Angola.
De acordo com o ministro, este projecto, visa a construção de terminais marítimos em Cabinda e Zaire, através das embarcações para possibilitar o transporte de carga contentorizada de viaturas e com ligação a todo território nacional.
Outras atenções estarão viradas ao corredor de desenvolvimento de Luanda que liga através do Caminho-de-ferro, aeroporto internacional de Luanda e o porto comercial com o mesmo nome (Luanda).
Mais abaixo, o ministro citou os corredores de desenvolvimento do Lobito e Namibe, através das infra-estruturas como Portos, caminhos-de-ferro e aeroportos (Catumbela e Yury Gagarine).
“Potenciando e desenvolvendo as infra-estruturas ora citadas, irão fazer com que o mercado de bens e serviços, através de relançamento de actividade produtiva como a agricultura, pecuária, indústria e pesca, venham a desenvolver as plataformas de logísticas a serem localizadas nas 18 províncias de Angola”, disse.
Esses pólos de desenvolvimento, de acordo com o ministro dos transportes, vão permitir o relançamento da produção, vai ter reflexos directos no mercado dos recursos humanos e no seu conjunto o mercado de capitais, pela ligação entre empresas e o sector bancário, bem como o governo através de políticas fiscal, cambial e rendimentos que vai relançar a produção nacional. (portalangop.co.ao)

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