Líbia: Primeiro-ministro apela à calma após o seu sequestro

(Foto: ISMAIL ZITOUNY/REUTERS)
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O primeiro-ministro líbio, Ali Zeidan, fez, esta quinta-feira, um apelo à calma, pouco depois da sua libertação ao fim de vários dias de sequestro por um grupo de ex-rebeldes.

“Espero que este problema [o seu sequestro] seja solucionado com razoabilidade de sabedoria”, evitando “a escalada” da violência, afirmou Zeidan numa declaração transmitida pela televisão, após uma reunião com o seu Governo e membros da Assembleia Nacional líbia.

Dirigindo-se aos estrangeiros que residem na Líbia, o primeiro-ministro tentou também tranquilizá-los, dizendo que estes “não são visados”, segundo ele.

Hoje de manhã, um grupo de homens armados sequestrou Zeidan do hotel Corinthia, onde ele reside.

A Célula de Operações dos Revolucionários da Líbia, oficiosamente dependente dos ministérios do Interior e da Defesa, reivindicou o sequestro, afirmando ter “detido” o primeiro-ministro “por ordem do ministério público”.

O Governo líbio apressou-se a condenar o ataque, que classificou como “ato criminoso”.

“O Governo não cederá à chantagem de quem quer que seja”, declarou o vice-primeiro-ministro, al-Seddik Abdelkarim, que lia um comunicado, pouco antes do anúncio da libertação de Zeidan. (jn.pt)

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