Governos de Malta e Itália indignados com tragédias no Mediterrâneo

(Foto: Euronews)
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O balanço mortal do naufrágio de um barco carregado de imigrantes, a sul de Malta e de Lampedusa, pode ultrapassar as 100 pessoas. As marinhas de Itália e de Malta recuperaram mais 34 corpos este domingo.

Os primeiros-ministros dos dois países voltaram a apelar à União Europeia para que haja novas regras sobre a imigração, para impedir novas tragédias.

Este afundamento, na sexta-feira, foi o último episódio de uma série de desastres, apenas uma semana depois do naufrágio que custou a vida a mais de 350 pessoas que tentavam chegar à Europa.

A pequena ilha de Lampedusa, a sul da Sicília, é um dos pontos da Europa mais próximos da costa do Norte de África e tornou-se num dos principais pontos de entrada dos imigrantes.

Já depois destes dois incidentes mortíferos, os navios de Malta e de Itália salvaram mais de 200 imigrantes à deriva no Mediterrâneo, em dois incidentes separados.

O primeiro-ministro de Malta, Joseph Muscat, diz que o Mediterrâneo está a tornar-se num cemitério e a União Europeia tem que passar das palavras à ação. Tanto Muscat como o chefe do governo italiano, Enrico Letta, prometeram levar o assunto ao próximo Conselho Europeu, nos dias 24 e 25 de outubro. (pt.euronews.com)

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